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terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Saddan executado, Retrato da Justiça?

Para Muitos, a justiça foi feita; para outros tanto, a execução do Ditador e Ex-presidente do Iraque, Saddan Hussein, figura o retrato de uma política mundial falida e demagoga, Contrastando com a época em que vivemos se defende o direito a vida, em poucas palavras, um ATO MEDIELVAL. Tal julgamento mais configura uma vitória americana - e porque não dizer vingança - do que justiça feita aos crimes cometidos pelo Ex-diatador e lider iraquiano, que motivada pelo atentado de 11 de Setembro, aproveitaram o infortúnio para arbitráriamente ivadirem o afeganistão, em uma busca mal sucedida por seu principal alvo - Osama bin Laden - capturaram o então pivor de toda ira americana sobre o Oriente Médio. Não é novidade para o mundo que o executado réu, era declarado inimigo nº 1 da maior potência mundial da Atualidade (EUA), o que nos motiva a uma pergunta: Foi Uma vitória da democracia, ou uma demosntração de força da ditadura americana sobre o pan-arabismo, do qual desafeto dos Estados Unidos da América era um de seus principais difusores? com certeza a democracia perdeu feio! isso porque, pela ONU, não haveria a invasão do Afeganistão, que em consequência não existiria infiltração militar americana, o que não resultaria na captura do Expresidente Iraquiano; entretanto, desreipeitando a decisão do Órgão estabelecido para manter a diplomacia entre as nações, Jorge W. Bush, o atual e menos carismático presidente já conhecido na história americana, invadiu o país de seu oponente, a fim de acertar contas com seus antigos fantasmas. Não inocentamos o Tirano Saddam. Simplesmente acusamos o sistemoa atual por sua criminosa demagogia; se cremos numa isonomia entre todos seres humanos, porque então não culpar o presidente americano pelas mortes dos seus soldados? já que a invasão americana contrariou o órgão supremo do mundo sobre relações internacionais? DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS! é o que podemos concluir depois de tudo que testemunhamos. mesmo com todas afirmações condenatórias dos americanos para justificar sua violação, o que o mundo constatou fora a arbitrariedade, invasão de um sistema político interno, e o TERRORISMO AMERICANO praticados contra os prisioneiros de guerra; Não poderíamos nos calar mediante a inpunidade da injustiça, a morte não é o fim do ser, mas o inicio daquilo que começamos nesta vida, portanto como cristão não posso me gloriar na morte de quem quer que seja, e como pessoa socialmente conscio daquilo que é certo e errado, não vejo retidão nesta decisão. Nesse caso, não creio na prática da justiça. creio sim na declaração subliminar que o PAÍS VITORIOSO deixou-nos: Aquele que se opor, terá o mesmo fim; quem se habilita ser o próximo alvo?

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