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sábado, 4 de julho de 2009

A Escolha de Eva, a decisão de Adão, nossa culpa e o Plano da Salvação

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Ler Gênesis capítulo 3


Estava Eva diante da àrvore do jardim, a dita árvore do conhecimento do Bem e do Mal, a mesma que O Eterno ordenara para que õ homem não comece. Quando vista, foi agradavel e agradavel - Boa para se comer e agradavél para os olhos (vv.6), além de desejavel parao entendimento.


Depois de um papinho com a serpente (O Diabo - II Co 11: 3, 14; Ap 12: 9; 20:2), mesmo ciente das ordens Divinas (vv.1~3), acata o últimato da cobra falante quando esta afirma que não morreriam, mas tornar-se-iam iguais a Deus (vv.4~5). Apartir desse momento, eva começou a encarar o objeto da tentação como "desejavel para dar entendimento".


Podemos afirmar que o que orbitava a mente de Eva no momento, era o que existe hoje no mundo já descrito em I Jo 2:16 - A Concupiscência dos olhos, da carne e a soberba da vida - A Mulher analizou-a como boa para comer (concupiscência da carne), agradavél para os olhos (Concupiscência dos olhos) e desejavel para dar entendimento (Soberba da vida. Já contaminada pelo desejo jactancioso de ser igual a Deus, deu do fruto ao seu marido, que comeu com ela.


Quando Adão comeu do fruto, os olhos de ambos foram abertos para o pecado. Verdadeiramente o homem passou a conhecer o bem e o mal como a serpente havia dito, porém, como bem coloca Paul Hoff em seu livro O Pentateuco: "Deus conhece o mal como o médico conhece um câncer, o homem passou a conhecer este mal como um paci~ente conhece sua doença". Era um passo irrevogavel, o homem não teria como voltar atraz, Deus o alertara das consequ~encias de sua desobediência (Genesis 2:15~17; 3: 2~3). O homem porém preferiu dar ouvidos a voz do Diabo, com sua falácia (vv.1, 4, 5), porém a verdade de Deus prevaleceu, provando ao homem que Deus é verdadeiro e satanás mentiroso (Rm 5: 14~21). Ambos, conscios em suas próprias mentes, tentaram remediar o que haviam feito, coseram folhas de figueiras para cobrir o que agora viam de forma diferente (vv 7b).


Como de costume, Deus estava a passear pelo Jardim à tarde, para conversar com o homem, porém o homem não fora encontrado, pois este estava tentando resolver o que haviam feito, tentaram cobrir-se do seu erro, porém mesmo com seus remédios, quando ouviram a voz de Deussentiram outro sentimento desconhecido - o medo - e se esconderam. o pecado do homem o afastara definitivamente do seu Deus, e o havia feito perder a comunhão que este possuia com seu Deus, pois haviam amado mais a si do que ao seu Criador. O Pecado faz separação entre o homem e Deus (Isaías 59:2).


Adão não era mais patente aos olhos do Senhor. A transgressão do homem o fizera temer (vv.10), se esconder (vv.8), tentar livrar-se da culpa (vv. 7, 12), transformar em maldita a terra que Deus lhe entregara para cuidar (vv.17~18), e por fim a morte (vv.19). Porém mediante a queda do homem, Deus dá início ao plano de salvação, fazendo primeiramente promessa à serpente (o Diabo), que este iria perder o domínio que acabara de conseguir sobre o homem (vv.15) e prefigurando pela primeira vez o sacrifício de cristo, matando um inocente (Animal), e com sua pele produzir túnicas para o homem e sua mulher a fim de vesti-los (vv.21). Deus Materializa sua obra redentora enviando seu filho Jesus para resgatar o que se havia perdido (Mateus 18: 11; Lc 19: 10).

A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!












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