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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ricardo Gondim, O Teísmo Aberto, Freud e o Homossexualismo


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IMAGEM
 

Bem, não vamos comentar o que lemos, apenas vamso repassar aos nossos leitores: Ricardo Gondim (RG), um dos mais proeminentes líder evangélico, em entrevista a revista Carta Capital (CC), mostra traços do Teísmo Aberto (Doutrina em que Deus sai de cena para que o homem seja soberano e senhor de sua vida, e portanto deixa de ser o Deus todo Poderoso!), Aderencia a idéia Freudiana de que Deus é uma idéia infantil, e total apoio a união estável homossexual. Leia no recorte abaixo:
 
CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?

RG: Sou a favor. O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.

CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?

RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.

CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.

RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.
Qual sua opinião sobre o que você leu? Comente!

Fonte: Recebida por E-mail
Extraída originalmente de: Simone de Melo - http://simonedemelo.blogspot.com
Fonte Original: Pavablog

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