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domingo, 5 de junho de 2011

Após queda Livre, Militantes da PL122/2006 abrem paraquedas do diálogo

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O Receio de serem interpretados como Cristãofóbicos e Intolerantes Religiosos, levou a militância da PL 122/2006 a decidirem pelo diálogo.

Na Reunião, que estavam presentes os Deputados e pastores João Campos (PSDB-GO), Marco Feliciano (PSC-SP), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Lincoln Portela (MG), Felipe Pereira (PSC-RJ) e Damião Feliciano (PDT-PB), além dos pró-PL 122/2006 A deputada Manoela, presidente da Comissão de Direitos Humanos, Jean Wyllys, Coordenador da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT na Câmara dos Deputados e a Deputada e Erika Kokay. (veja o link)

Em pauta se discutiu um possível mal entendido da Bancada Evangélica a respeito dos Direitos Humanos, que segundo o Deputado Jean Wyllys ...“Defender direitos humanos não implica ser contra as religiões"; O mais engraçado é que a Deputada Manoela, afirma está preocupada com a frma que os evangélicos estão sendo vistos devido as declacrações do deputado Jair Bolsonaro.

Segundo esta Deputada, precisa-se tirara a Impressão de que os Direito humanos não luta contra a Religião (Como não?) e não tem preconceito contra Cristãos. O Difícil vai ser convencer depois de declarações do Deputado Jean Wyllys sobre a Bíblia, que segundo ele, não deve ser interpretado como é hoje, caso contrário, isto é homofobia.

Ainda Sobre o "Kit Gay", ponto de maior polêmica na discussão (oficialmente conhecido por kit “Escola sem Homofobia), onde o Deputado Portela afirmou que este  induz a prática homossexual, O deputado Wyllys retrucou a afirmação do líder do PR com uma explicação sobre a “Escola Sem Homofobia”, projeto para o qual apresentou parecer, ainda como professor universitário e antes mesmo de ser eleito deputado federal. O deputado também lembrou que o kit obteve pareceres da Unesco, do Conselho Federal de Psicologia, da UNE, e do próprio Conselho de Classificação Indicativa. “Não é possível que essas instituições estejam erradas”, disse, porém, este não é o concenso de pais, professores e aluno, dia-se de passagem, que consideram uma propaganda e incentivo à prática homossexual.

O Debate será estendido ao senado, quando na oportunidade pretende-se propor um encontro com o ministro Fernando Haddad para discutir o material do kit “Escola Sem Homofobia”. Um encontro para discutir o PLC 122 com a senadora Marta Suplicy (PT-SP) e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), valendo ressaltar que a senadora também "abriu" o espaço do diálogo depois da derrota de suas intenções.

Vamos ver se as mais de 1.000.000 de assinaturas contra a PL 122/2006,  possuem o valor democrático de nossa constituição, ou se prevalecerá a decisão de uma minoria que pretende implantar uma ditadura de sensura da expressão, não só religosa mas social, dentro do nosso estado democrático.   

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