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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Religiosos e o Cristianismo

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O Grande problema do Cristianismo hoje é a qualidade do Cristão que ostenta seu credo. Não nos sentimos seguro nem em afirmar que tais cristãos ostentam tais credos. muito do que testemunhamos está mais para experiências pessoais (que também não ousamos afirmar em que esfera se localiza, se psicológica ou de fato espiritual, e se espiritual de qual fonte ela é provinda) do que testemunhos verdadeiramente vividos por decorrência de uma vida pautada nas sagradas escrituras.

Costumamos olhar com desconfiança para o cristão que de modo equivocado, alça sua voz às massas para afirmar novas experiências e novas revelações da parte do Senhor; pois,  a cada 'testemunho' mostrado, percebemos uma grande parcela de misticismo, empirismo e dogmatismo medieval na vida de tais testemunhas. Torna-se traumático os programas evangélicos de hoje que abordam exemplos de vidas que se dizem (e muitas acreditam de fato) verdadeiros exemplos vivos do poder de Deus. Homens, Mulheres e até crianças são envolvidos por uma onda de estrelismo, que despreza tudo quanto é ético, decente, e verdadeiro. No final das contas, ao analizarmos as declarações (e se pudéssemos acompanhar a vida desses 'abençoados cristãos'), vemos que suas experiências não surtiram o mesmo efeito que surtiu na mulher samaritana que encontrou Jesus no poço de Jacó, ou do endemoniado que fora liberto de seus demônios... A vida destes 'infelizes' permanecem como sempre foi, pautada em suas empíricas participações neste mundo, servido de verdadeiros cobaias, e deixando que sua existencia neste planeta seja mero estado de sensações, sem de fato conhecerem a real experiência de ser Reino de Deus.

Quando lemos a carta aos Filipenses, no capitulo 4, apartir do verso um até o nove, percebemos que Paulo alerta aos seus companheiros de cristianismo que estes (que trabalhavam junto com ele), antes de qualquer coisa desenvolvessem um esperança simples, não fitada em nossa mera realidade tangível, mas na esperança que não se vê, pois essa é de fato a verdadeira esperança, O Perfil destes, e de todos aqueles a quem a carta é dirigida e por todos aqueles que desenvolvem um análise das escrituras a partir dos escritos de Paulo, é que devêssemos está regozijados no Senhor, não por termos nossos pedidos atendidos, não por qualquer motivos humanos, mas primeiramente por que nosso nome está escrito no Livro da Vida do Cordeiro!, esta característica deve ser seguida de uma amabilidade (bondade), que deveria ser traço marcante a todos os homens, o que de fato hoje, é algo realmente dificil de se notar naqueles ditos cristãos, que esteriotipam um equivocado procedimento, produzindo um brilho fosco para os que buscam a verdadeira luz do evangelho.

Alegres no Senhor, e amáveis aos homens. Lamento não estar percebendo estas características no cristianismo de muitos que professam ser cristãos nos dias atuais. O mais triste, é que esta advertencia paulina, é seguida da evidência e imediatismo da volta do Senhor. Quantos de nós estamos deixar transparecer o que a Bíblia chama de Amabilidade a todos os homens? Quantos estamos regozijados no Senhor, por nosso nome está estcrito no Livro da Vida? pelo contrário, deixamos transparecer ansiedades, medo, inquietações, traumas e quase sempre egoísmo em nossas petições, essas que deveriam ser ditas diante de Deus com um coração agradecido, por tudo que ja possuímos em Cristo.

Como resultado de nossa falta de confiança, não somos alcançados pela paz que excede todo entendimento, ficamos a mercê de nós mesmos, somos afligido por nossa ganancia, egoísmo e desobediência do que está escrito na Palavra do Senhor, e com isso nosso coração e sentimentos nunca serão preservados em Cristo Jesus, porque de fato com nossas atitudes afirmamos não confiar nele, nem nos moldamos segundo seus mandamentos. de igual modo nunca será realidade para nós, o pensar e agir ética e honestamente diante dos homens, muito menos poderemos dizer para os que nos escutam ou lêem, que façam tudo quanto ensinamos, pelo contrário, estaremos inseridos no grupo duramente criticado por Jesus em sua passagem aqui na terra, seremos meros religiosos, dignos do inferno e fazendo todos que nos seguem duas vezes mais merecedores do que nós da condenação eterna (Mt 23:1~39). Passamos a condição de meros formadores de hereges, hipócritas e religiosos conteúdo. Somos mais que religiosos, somos Reino e Sacerdotes, constituídos por Deus para glória do seu nome. 

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