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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Quais são as sete dispensações?

Pergunta: "Quais são as sete dispensações?"


Resposta: O Dispensacionalismo é um método de interpretação histórico que divide a obra de Deus e Seus propósitos para a humanidade em diferentes períodos de tempo. Geralmente há sete dispensações identificadas, embora alguns teólogos acreditem que haja nove. Outros contam de três até mesmo 37 dispensações. Neste artigo, vamos nos limitar às sete dispensações básicas encontradas nas Escrituras.


A primeira dispensação é chamada de Dispensação da Inocência (Gênesis 1:28-30 e 2:15-17). Esta dispensação abrangeu o período de Adão e Eva no Jardim do Éden. Nesta dispensação, os mandamentos de Deus eram (1) povoar a terra, (2) dominar a terra, (3) ter domínio sobre os animais, (4) cuidar do jardim, e (5) abster-se de comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Deus advertiu contra o castigo da morte física e espiritual por desobediência. Esta dispensação foi curta. Ela foi levada ao fim pela desobediência de Adão e Eva em comer o fruto proibido e sua expulsão do jardim.


A segunda dispensação é chamada de Dispensação da Consciência, e durou cerca de 1.656 anos a partir do momento da expulsão de Adão e Eva do jardim até e o dilúvio (Gênesis 3:8 - 8:22). Esta dispensação demonstra o que a humanidade fará se abandonada à sua própria vontade e consciência, as quais foram contaminadas pela natureza do pecado herdado. Os cinco principais aspectos desta dispensação são: 1) uma maldição sobre a serpente, 2) uma mudança na condição da mulher e gravidez, 3) uma maldição sobre a natureza, 4) a imposição de trabalho sobre a humanidade para produzir alimentos, e 5) a promessa de Cristo como a semente que ferirá a cabeça da serpente (Satanás).


A terceira dispensação é a Dispensação do Governo Humano, a qual começou em Gênesis 8. Deus tinha destruído a vida na terra com um dilúvio, salvando apenas uma família para reiniciar a raça humana. Deus fez as seguintes promessas e comandos para Noé e sua família:


1. Deus não vai amaldiçoar a terra novamente.


2. Noé e família devem povoar a terra com pessoas.


3. Eles devem exercer domínio sobre a criação animal.


4. Eles são autorizados a comer carne.


5. A lei da pena de morte é estabelecida.


6. Nunca haverá outro dilúvio mundial.


7. O sinal da promessa de Deus será o arco-íris.


Os descendentes de Noé não se espalharam e encheram a terra como Deus havia ordenado, assim falhando em sua responsabilidade nesta dispensação. Cerca de 325 anos depois do dilúvio, os habitantes da terra começaram a construir uma torre, um grande monumento à sua solidariedade e orgulho (Gênesis 11:7-9). Deus deu um fim à construção, criando diferentes idiomas e reforçando o Seu comando de encher a terra. O resultado foi o surgimento de diferentes nações e culturas. A partir desse ponto, os governos humanos têm sido uma realidade.


A quarta dispensação, chamada de Dispensação da Promessa, começou com a chamada de Abraão, continuou através das vidas dos patriarcas e terminou com o Êxodo do povo judeu do Egito, um período de aproximadamente 430 anos. Durante esta dispensação, Deus desenvolveu uma grande nação que Ele havia escolhido como o Seu povo (Gênesis 12:1-Êxodo 19:25).


A promessa básica durante a Dispensação da Promessa foi a Aliança Abraâmica. Aqui estão alguns dos pontos-chave dessa aliança incondicional:


1. De Abraão viria uma grande nação que Deus abençoaria com prosperidade natural e espiritual.


2. Deus faria o nome de Abraão grande.


3. Deus abençoaria aqueles que abençoassem os descendentes de Abraão e amaldiçoaria aqueles que os amaldiçoassem.


4. Em Abraão todas as famílias da terra serão abençoadas. Isso se realiza em Jesus Cristo e Sua obra de salvação.


5. O sinal da aliança é a circuncisão.


6. Esta aliança, que foi repetida para Isaque e Jacó, está confinada ao povo hebreu e às 12 tribos de Israel.


A quinta dispensação é chamada de Dispensação da Lei. Durou quase 1.500 anos, do Êxodo até ser suspensa após a morte de Jesus Cristo. Esta dispensação continuará durante o Milênio, com algumas modificações. Durante a Dispensação da Lei, Deus lidou especificamente com a nação judaica através da Aliança Mosaica, ou a Lei, encontrada em Êxodo 19-23. A dispensação envolvia a adoração no templo dirigida pelos sacerdotes, com mais direção dada através dos porta-vozes de Deus, os profetas. Eventualmente, devido à desobediência do povo à aliança, as tribos de Israel perderam a Terra Prometida e foram submetidas à escravidão.


A sexta dispensação, a que vivemos hoje, é a Dispensação da Graça. Ela começou com a Nova Aliança no sangue de Cristo (Lucas 22:20). Esta "Era da Graça" ou "Era da Igreja" ocorre entre a semana 69 e 70 de Daniel 9:24. Ela começa com a morte de Cristo e termina com o arrebatamento da igreja (1 Tessalonicenses 4). Esta dispensação é mundial e inclui tanto os judeus quanto os gentios. A responsabilidade do homem durante a Dispensação da Graça é crer em Jesus, o Filho de Deus (João 3:18). Nesta dispensação, o Espírito Santo habita os crentes como o Consolador (João 14:16-26). Esta dispensação tem durado mais de 2.000 anos, e ninguém sabe quando vai acabar. Sabemos, no entanto, que acabará com o arrebatamento da terra ao céu, com Cristo, de todos os crentes nascidos de novo. Após o arrebatamento, teremos os juízos de Deus com a duração de sete anos.


A sétima dispensação é chamada do Reino Milenar de Cristo e terá a duração de 1.000 anos enquanto o próprio Cristo reina sobre a terra. Este Reino cumprirá a profecia para a nação judaica de que Cristo voltará e será o seu rei. As únicas pessoas autorizadas a entrar no Reino são os crentes nascidos de novo durante a Idade da Graça e os sobreviventes justos dos sete anos de tribulação. Nenhuma pessoa descrente terá acesso a este reino. Satanás é preso durante os 1.000 anos. Este período termina com o julgamento final (Apocalipse 20:11-14). O velho mundo é destruído pelo fogo, e o Novo Céu e Nova Terra de Apocalipse 21 e 22 começarão

A BÍBLIA DIVIDE A LEI EM MORAL E CERIMONIAL?

Os adventistas alegam que a lei se divide em duas: moral e cerimonial. Fazem isto para salvar a guarda do sábado que dizem fazer parte dos mandamentos morais. Tais pessoas usam de todos os meios para conseguirem impor suas idéias, até mesmo citar autoridades protestantes fora do contexto. Mas vejamos se a Lei está dividida em duas, uma moral (os Dez Mandamentos) e a outra cerimonial (o livro da Lei). A primeira, dizem, “não foi cravada na cruz”, enquanto a segunda confessam, “foi totalmente abrogada”.

A divisão que fazem é a seguinte, conforme consta no livro “Estudos Bíblicos”.

LEI MORAL 


Foi proferida por Deus

Foi escrita pelo dedo Deus em tábuas de pedra

Foi colocada dentro da arca

Deverá permanecer firme para sempre

Não foi destruída por Cristo

Devia ser engrandecida por Cristo

LEI CERIMONIAL


Foi ditada por Moisés

Foi escrita por Moisés num livro

Nenhuma coisa aperfeiçoou

Foi posta ao lado da arca

Foi cravada na cruz

Foi ab-rogada por Cristo

Foi tirada por Cristo

É bom saber que esta divisão não se encontra em nenhum lugar na Bíblia, verdade é que muitos teólogos protestantes fazem por mera conveniência a distinção entre princípios morais e cerimoniais, mas não que exista duas leis opostas como aparece na teologia adventista. Isso é tão verdade que os próprios adventistas precisou admitir que esta divisão é artificial, observe o que eles mesmos dizem:

“Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1) Moral; 2) Cerimonial; 3) Civil; 4) Estatutos e juízos; 5) Leis de Saúde. Esta classificação é em parte artificial.” (Lição da escola Sabatina, p.18 de 08/01/1980).

O fato, e isto é incontestável, é que os judeus nunca dividiram a lei como fazem os adventistas.

A LEI PARA O JUDEU 

A lei para o judeu era considerada “Una”. Não há de se supor que dentro da teologia judaica havia separação entre lei moral e cerimonial. A única diferença que faziam era quanto “a lei escrita” (Torah) e “a lei oral” (Halakoth) e mesmo assim essa nuança era muito tímida. Até mesmo Flávio “Josefo parece estar bem próximo da concepção rabínica da Tora total: como a lei escrita, a Tradição também vem de Moises e, portanto de Deus” (Flavio Josefo Uma Testemunha do Tempo dos Apóstolos pág. 38, Contra Apião II). Veja que até mesmo a “Tradição” na concepção judaica, era considerada como parte da lei dada por Deus quanto mais as leis do livro.

Diz certa obra que, “O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: ‘A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das malediscências dos minim; para que estes não possam dizer: ‘Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal’ (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c).Segundo estes minim (os “dissidentes”: talvez os judeu-helenistas ou os judeu-cristãos, ou ainda uma seita gnóstica?), Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar,o judaísmo ortodoxo – talvez nos círculos de Iabne, no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo.” (O Decálogo- F.G.Lopez)

Veja que este incidente é mais uma confirmação de que os próprios judeus não admitiam que apenas parte da lei fosse dada por Deus e o resto por Moisés como querem fazer acreditar, com muita dificuldade, os adventistas.

Demais disso, o NT não fala em nenhum lugar quais partes da lei eram consideradas rituais e quais eram morais. Quando o moço judeu indagou, “Mestre, qual é o grande mandamento na lei?” (Mateus 22.36), Jesus não perguntou, QUAL LEI? A moral ou a cerimonial? Isso mostra que para o judeu a lei era uma só, não duas. A Bíblia também não diz que a lei dada “por meio de Moisés…” era a cerimonial, não há esta suposta distinção entre moral e cerimonial (João 1.17).

Os adventistas sabem muito bem disso, pois chegaram a confessar o seguinte:


“Note que ‘A Lei de Moisés'(Atos 15.5 nas Escrituras, refere-se a todas as leis dadas por meio de Moisés – cerimonial, moral e civil…. A Lei de Moisés (Hb 10.28) incluía os dez mandamentos. (Revista da Escola Sabatina, abril-junho 1990, p. 11-CPB)

O Concílio de Jerusalém tratou da lei como um corpo completo e não apenas parte dela. Maimônides, teólogo judeu-espanhol do século XII, resumiu a fé judaica em 13 artigos, que foram incorporados aos livros de oração, um deles diz respeito à lei:

“(8) Creio firmemente que a Lei que possuímos agora é a mesma que foi dada a Moisés; (9) Creio firmemente que essa Lei não será modificada, e que não haverá outra Lei (ou dispensa dela) dada pelo Criador, abençoado Seu Nome” (Encyclopedia Britannica ).

O grande problema com que se deparam os ASD, quando pretendem guardar a lei de Deus, é que a lei não implica só em guardar os dez mandamentos. A lei é um todo e abrange os cinco livros de Moisés ou o Pentateuco com 613 mandamentos, como lemos em Gl 3.10, “Todos aqueles, pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”.O texto em apreço não afirma que é maldito quem não guardar os dez mandamentos, mas que é maldito quem não guardar tudo o que está escrito no livro da lei. Isso se tornou uma impossibilidade, E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus… (Gl 3.11). Dada a impossibilidade de se guardar todos os 613 mandamentos, a Bíblia declara que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo e que depois que a fé veio já não estamos mais debaixo do aio (ou da lei). Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se. De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados pela fé. Mas, tendo vindo à fé, já não permanecemos subordinados ao aio.”(Gl 3.23-25).

Repedimos: dada essa impossibilidade de guardarem os 613 mandamentos, contidos no Pentateuco (os cinco livros da Lei), dividiram os ASD a lei de Deus em duas leis: Lei Moral e Lei Cerimonial. Ensinam que uma parte da lei foi abolida na cruz – a Lei Cerimonial. Mas, a outra parte da Lei, a Lei Moral, restrita aos dez mandamentos, essa está em vigor.

A expressão “Foi cravada na cruz” é tirada de Cl 2.14-17 e no v. 16 está explícito, e sem contestação, que se incluía nessa lei cravada na cruz o sábado semanal. Com isso os próprios adventistas reconhecem que o sábado semanal foi cravado na cruz.

Ora se a Lei de Moisés refere-se a todas as leis dadas por Moisés incluindo os 10 mandamentos como sustentar biblicamente essa divisão da mesma lei em Lei Moral e Lei Cerimonial como se fossem duas leis distintas?

A expressão Lei de Deus e Lei de Moisés é expressões sinônimas e não se trata de Leis distintas como afirmam os Adventistas do Sétimo Dia. Em Is 33.2 se lê de ‘um só Legislador “e assim tanto os dez mandamentos como os livros de Moisés foram dados por um só Legislador – Deus, por meio de Moisés. É’ de Deus pois foi dado por Ele e é de Moisés porque foi dada por intermédio de Moisés”.

Certa autoridade teológica no assunto corrobora com o exposto acima dizendo:

“Deve-se observar, por igual modo, que apesar de haver, em certas mentes modernas, tremenda diferença entre as “leis morais” e as leis cerimoniais, isto é, respectivamente, entre os dez mandamentos e os preceitos rituais dos judeus, contudo tal distinção jamais fez parte da mentalidade judaica, não podendo ser encontrada nenhuma declaração bíblica nesse sentido. Muitos judeus consideravam serem mandamentos importantíssimos, não menos importantes que os dez mandamentos das tábuas da lei, certas observâncias que consideraríamos triviais, como a lavagem de roupas, mãos pratos, etc. Portanto, a distinção feita por alguns modernos , os quais afirmam que a “lei cerimonial” foi ab-rogada, mas que a “lei moral” não o foi, é uma pretensão inteiramente destituída de provas bíblicas. Pois, nesse caso, é tão fácil eliminar o sábado como é fácil eliminar a lavagem de mãos, pratos, etc…,com base no ponto de vista da suposta eternidade das leis outorgadas ao antigo povo de Israel. (Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia, pág. 7 vl. 6 R.N Champlin, Ph.D. J.M Bentes ed. Candeia – 4 edição)


LEIA MAIS EM:

http://www.cacp.org.br/a-divisao-da-lei/

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Suas Escolhas são as Escolhas de Deus

Quando Deus Chamou a Abraão para lhe fazer a promessa de ser o "pai de muitas nações" (Gn 17:5), havia uma única prerrogativa: ...anda na minha presença e sê íntegro!"... (Gn 17:1). Ser fiel a Deus no contexto do que se propunha, estava no viés da obediência (Gn 17: 9-10). Deus foi fiel à sua promessa (Gn 17:2), e o povo se multiplicou de forma a se tornar uma ameaça para o Egito que o acolheu durante o tempo de José (Ex 1:8-12).

 
Após a morte de José, e diante o crescente numero dos filhos de Israel, houve opressão por um novo reido Egito, o qual temendo que os israelitas de revoltassem contra sua nação, ..."impuseram a Israel inspetores de obras para tornar-lhes dura a vida com os trabalhos que exigiam"... "contudo, quanto mais os oprimiam, tanto mais geravam filhos e se multiplicavam; os egípcios preocupavam-se por causa dos muitos descendentes de Israel (Ex 1:11-12); a apartir desse momento, começa a saga da história de Moisés, dada a ordem ..."às parteiras dos hebreus, das quais uma se chamava Sifrá e a outra, Pua"... (Ex1:15) para matarem todo nascido vivo do sexo masculino, porém, devido ao temor que havia, não houve submissão ao mandado de infantícidio como esperava o Rei do Egito (Ex 17:15-21).


Dessa forma o povo de Deus mediante a ameaça que representavam ao Egito, se tornaram escravos, pois a cada dia cresciam em numero, o que incomodava aquela nação. Essa pode ser considerada a época da Teocracia Patriarcal, pois mediante homens escolhidos por Deus a Nação foi conduzida aos caminhos que trilhou. Essa era findou com a morte de Josué (Jz 17:8), que conduziu o povo à conquista da Terra prometida, e por algum tempo, aquela geração que junto à josué vivenciaram a fidelidade Divina continuou na fé aprendida mediante as experiências que Deus lhe permitira, porém após ter passado, a nova geração ..."se esqueceu do SENHOR e das orientações e dos grandes feitos do SENHOR em benefício do povo de Israel... Então, os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR, e prestaram culto e serviço aos baalins. Abandonaram Yahweh, o Deus de seus pais, que os tinha feito sair da terra do Egito, e passaram a servir e adorar vários deuses cultuados pelos povos ao seu redor, provocando a ira do Eterno. Deixaram a Yahwe he prestaram culto a Baal e a Astarote"... (Jz 2:10-13) 


E assim começa uma nova era na Nação escolhida por Deus. a Era da Teocracia  dos Juizes: a providência Divina levantava um herói para livrar o povo de seus opressores(Jz 2:16); mesmo diante do cenário no qual o povo nem ouvir o povo se dispunha, além de se prostituirem com outros deuses, se afastando do caminho que seus antepassados ensinaram, Deus se comovia pelo clamor dos filhos de Abraão (Jz 2:16-18), levantava os Juizes, enquanto esses viviam, o Espírito do Senhor era sobre eles, e não havia inimigos que resistissem a eles, pois Deus dava a esses a estratégia necessária para guiar, julgar e livrar o povo dos momento negros; Alguns exemplos de Juizes: Otoniel, Débora, Sansão, Samuel... Inclusive este último é o protagonista da transição da Era dos Juizes para o momento que os filhos de Israel se desvinculam do reinado de Deus.


Quando falamos de Teocracia, estamos abordando um sistema de governo não-humano para os humanos. Neste caso, tratamos diretamente do projeto de Deus para o povo de Israel, onde se cumpre que o "SEREI o SEU DEUS" agora estava políticamente instituído na Nação israelita. Literalmente a palavra deriva de dois substantivos no grego: Teo (Deus) + Kratós (Poder), ou seja, Poder de Deus! Trata-se de um sistema político em que a autoridade é Divina. por muito tempo, esses sistema foi usado pelos homens como um verdadeiro freio na boca de uma cavalo, a exemplo disso temos a Dinastia Egípcia, e até a própria Idade das Trevas, que em nome da Divindade, se cometia os maiores absurdos. 
Até aquele momento dos Juízes, o povo de Deus estava numa Teocracia, porém, quando Samuel ficou velho, foi procurado por ..."todos os anciãos e autoridades de Israel se reuniram e foram falar "... (I Sm 8: 4) com uma pauta que deixou aquele que seria o ultimo juiz entristecido: constitui sobre nós um rei, o qual exerça a justiça sobre nós” (I Sm 8:6). Para o Sacerdote, Profeta e Juiz Samuel, aquilo soou como uma afronta particular, não que este se colocasse no lugar de Deus, mas devido sua intimidade com o Ssenhor, não compreendia por qual motivo o Povo que até aquele momento tinha o Deus Todo-Poderso como REI, não se encontravam satisfeito com a governança Divina, mesmo que a infidelidade no relacionamento provinhesse dos suditos e não do Deus governante.


A resposta de Deus ao profeta ofendido foi um simples: Atende, pois, a tudo o que este povo te pede, ...porque não desejam mais que Eu reine sobre eles"! (I Sm 8: 7). Deus compreende o Juiz que o consultou mediante a assembleia dos anciãos dos israelitas e abriu mão do Povo... Antes de prosseguirmos, cabe uma reflexão exatamente neste ponto; Deus tem seus projetos para conosco, estabelece seus planos, suas metas, nos apresenta  suas diretrizes, porem, chega o meomento que mediante nossa rejeição ele simplesmente abre a mão e nos deixa seguir nosso caminho conforme os parêmetros que escolhemos. Tão importante quanto compreender como Deus age mediante nossas posições é compreender o momento anterior a nossa tomada de decisão. Vemos que no tempo que Deus estabeleceu os Juizes, há uma expressão constante: "Não havia Deus em Israel"(I Sm 17: 6; 18:1; 19:1; 21:25). Nossas decisões são totalmente influenciadas mediante o nosso nivel de comunhão com Deus. Quanto mais próximo estamos do Senhor, mais teremos a chance de agrada-lo e sermos aquilo que ele Projetou para nossas Vidas (Gn 17:9). Tudo está relacionado à condição que Deus impôs a Abraão: ..."Anda na minha presença e sê íntegro"... Quanto a ti, obedecerás à minha Aliança, tu e todos os teus descendentes, de geração em geração.(Gn 17: 1, 9).


Obedecer ao Senhor é o que ele exige daqueles com quem firma uma promessa, está diante dEle e ser íntegro, é a condicionante para sermos abençoados detro do pacto com Ele. Deus deixou o povo seguir seus caminhos, alertou-os das consequencias de suas decisões, mas determinou: “Satisfaz, portanto, o desejo deste povo e constitui-lhe um rei!” (I Sm 8:22). Deus deixou claro que diante da escolha deles, quando começassem a reclamar do rei que tiverem escolhido, porém DEUS não atenderia as vossas queixas naquele momento de aflição! (I Sm 8: 18), e mesmo diante da advertencia, o povo em uníssono respondeu: Não! Queremos ter um rei! Eis, pois, que seremos como todas as demais nações; um rei nos governará, e sairá a nossa frente para lutar em nossas batalhas!” (I Sm 8:19-20).


Que Afronta! Primeiro pedem um Rei que lhe fizessem Justiça, e depois exlamam por um Rei que fosse a dianteira deles, guerreando suas guerras, como se o Senhor assim não estivesse procedido desde a Promessa feito a Abraão, a libertação do egito e até o momento dos Juízes... Como é importante considerarmos Deus em nossas proposições! Não devemos esquecer tudo que Deus fez, de suas promessas e do quanto ele tem sido presente em nossas vidas. Nossas escolhas baseadas muitas vezes naquilo que vemos na vida dos outros, não podem traduzir a verdadeira glória que os planos de Deus irá nos proporcionar. O fim dessa História é que Deus atendeu ao anseio do povo, entregou a esses um Rei, segundo aquilo que desejavam, Saul, um belo jovem, nenhum outro havia entre os filhos de Israel mais bonito do que ele; os rapazes mais altos chegavam apenas à altura dos seus ombros, Benjamita, rico e muito influente em sua região (I Sm 9:1-2). Deus conhece nosso coração, e sabe o que desejamos; O povo ao ver o Rei que Deus havia escolhido, logo elegeram-no e se submeteram a ele como o seu monarca (gr. monos "um" + arkon "chefe") e assim Deus não mais era o Líder Político em Israel.

Um rei guerreiro, valente, que se destacaria por seus atributos naturais (alto, formoso, forte), mais tarde profana o sacerdócio (I Sm 13), não se submete as ordens do Senhor (I Sm 15),  consulta os mortos (I Sm 28), o que devido a tudo isso, é rejeitado pelo Senhor como REI. O Povo quis a destruição da comunhão com Deus, esqueceram do Senhor e o substituiram por um homem belo aos olhos, mas desagradavel ao Coração de Deus. 

Com base nisso tudo, esperamos que suas escolhas não caia na tentação do que seus olhos desejam, pois há engano em nossas escolhas, antes submeta ao senhor suas decisões, desejos, anseios e viva as promessas de Deus dentro daquilo que ele projetou para você, pois será sempre o melhor caminho para seguir adiante. 

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Páscoa é Libertação

O real sentido da Páscoa é libertação, significa em seu idioma original "passar por cima" (Pesach), em referência a Deus, que passou pelo Egito e poupou aqueles que possuíam a marca do sangue do Cordeiro em suas portas (Êxodo 12);


Com isso, podemos dizer que marca momento que os israelitas viveram a interferência de Deus quando ainda estavam sob o cativeiro egípcio por longos quatrocentos anos;


Na atualidade, no Ocidente, a páscoa nos remete a cruz de Cristo, momento em que Ele assumiu nossa culpa e disse: "está consumado"! (João 19:30)


Que possamos viver o momento da interferência de Deus! seja qual for o cativeiro ou a culpa que tenhamos, Deus separou este momento para nos dizer: Eu te liberto!


Deus vai passar por cima dos seus erros, desilusões, frustrações e pecados, Ele é tudo que você precisa! Viva a nova vida que Cristo tem pra lhe dar! viva a Páscoa em sua vida (Pesach)! Viva a Cristo, a nossa Páscoa!


#páscoa #cristo #libertação #pesach

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domingo, 28 de março de 2021

"Mas Senhor! quando foi que te vimos"?

Incrível como uma frase pode significar Insensibilidade e Força de um hábito!


O que essa frase representa pra você? como ela seria ouvida pelo Senhor quando sair de seus lábios? Seria uma declaração de culpa? ou seria a máxima expressão de uma vida voltada para Deus?


Vai chegar o tempo em que o Filho de Deus, Jesus Cristo, vai sentar-se no trono e vai separar k mundo em dois rebanhos (MT 25:31-33);


Nesse tempo, num futuro desconhecido, haverá tratamento o distinto para cada rebanho, uns serão Benditos, e outros Malditos (MT 25:34, 41);


Mas, "quando foi que Te vimos Senhor"???? (MT 25: 37, 44)


Muitos esperam ver Deus em sua glória para o glorificar, outros nem esperam mais ve-lo; há porém aqueles que mesmo sem saber glorificam a Deus e o serve em seu dia-a-dia, em suas decisões...


Há pessoas que suas ações ou decisões são pautadas no seu próprio bem estar, vivendo um hedonismo desmedido, em detrimento a quem vive ao seu redor, não se importando com o bem estar do semelhante ou tentando amenizar seu sofrimento;


Por outro lado, há aqueles que, diante do sofrimento, agem a simplesmente para levar um pouco da paz que habita no seu interior!


Querer estar bem não é errado, o erro está em estar bem sem fazer o que for preciso pelo bem do próximo!


destes de comer?  destes de beber? Abrigasse? vestisse? visitasse? Ainda há tempo para que sua resposta seja o silêncio do consentimento, e não a mudez da vergonha!


Servir a Deus está além de frequentar um templo, é uma atitude de servir ao próximo! aos "pequeninos", aqueles que têm fome, sede, que precisam de guarida, de atenção... Você têm atendido a estes chamados?


"E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste".(MT 25:40)


Quer servir a Deus? use de misericórdia! quer agradar a Deus? seja sensato! quer sentir Deus? deixe de lado a arrogância e a Insensibilidade!


Em ambos os rebanhos a ignorância era a máxima, porém uma era gerada pelo sentimento do desapego pessoal e amor ao semelhante, o outro porém ao egoísmo e desprezo ao próximo.


O egoísmo te leva ao tormento eterno, mas justiça com o proximo para a vida eterna!


Mateus 25:31-46

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

E se falarmos de José?

Carpinteiro, descendente de Davi, homem justo, discreto, temente a Deus e desapegado do próprio orgulho. Comprometido com uma moça, cujo o nome era Maria, a quem dedicou-se para merece-la... 


Certo dia este homem justo, ao voltar de sua lida, foi ao encontro da mulher com quem escolherá para casar (Mateus 1:18-19), porém, sem que esperasse, a virgem estava esperando o filho de Deus... que Dilema para o descendente de Davi!!!


A Virgem concebendo o filho de Deus. trecho de uma profecia por todos conhecida, porém, o provável descendente da casa de Jessé nunca esperaria que tamanha benção lhe traria tão grande  aflição! nem ao menos se lembrou do que falou o Profeta Messiânico (Isaías 7:14), apenas em seu coração, tentou imaginar como faria para que sua Noiva não sofresse as consequências!!!!


Na Lei de Moisés, a mulher que fosse estuprada na Cidade deveria ser apedrejada com o estuprador (Deuteronômio 22:23 ao 27). Se a mulher que era vítima, era sentenciada, imagine o que ocorreria com uma traição, caso José a denunciasse??? essa não era a intenção do homem Justo.


Ao contrário, ouviu a consolação de Deus, e aguardou que Maria parisse o Cristo, assumindo assim a paternidade, tornando Maria descendente de Davi, a Virgem que deu luz ao menino que era o rebento de Jessé! (Isaías 11: 1 ao 5)


Esse era José, homem de poucas palavras e de Grandes atitudes! seu gesto de submissão evitou a morte da jovem inocente (Mateus 1:19-25), sua ascendência incluiu Maria como a Virgem que daria luz ao Messias (Mateus 1: 1 ao 16), sua sensibilidade aos conselhos divinos livrou Jesus das mãos de Herodes (Mateus 2: 14, 19).


O quanto temos que aprender com ele! Mansidão, Justiça, Fé, e Submissão aos desígnios de Deus. que possamos ser como o homem que educou Jesus, lhe sustentou e o protegeu para que fosse nosso Senhor e Salvador na plenitude dos tempos!

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Cuidado com a bandeira que você tem erguido! - REPUBLICAÇÃO

Por Gregório Jr., em 01de Novembro de 2008


Cuidado com a bandeira que você tem erguido!


A igreja de Corinto, mesmo com seus grandes problemas, não deixa de ser exemplo para os cristãos atuais, vemos no seguinte texto, um problema enfrentado pelas denominações evangélicas:


“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?


Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens?


Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho.


Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós. Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica.


Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.“


(I Co 1:10~13; 3:1~11)

A forma como Paulo encerra este discurso, não poderia ser melhor: “Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (I Co 3:11); Paulo, assim como Apolo, Cefas (Pedro), tinham dentro de si um coração livre de sentimento faccioso, pois ocupavam suas intenções no zelo pela palavra de Deus. Porém, os irmãos de Corinto, foram duramente criticados por Paulo, chamados de carnais por entenderem de modo equivocado a palavra do messias; muitos dos crentes na igreja de Corinto, estavam DIVIDINDO a CRISTO, ou pior ainda, atribuindo outro fundamento além do que já foi colocado (como se existisse) o de Paulo, Apolo, e o de Cefas; A esses Paulo chama de carnais, que não andam segundo Cristo, mas segundo os homens (ler segundo parágrafo do texto citado); ainda existia um quarto grupo, o grupo que DIZIAM ser de Cristo, estes por sua vez deveriam desprezar os ensinamentos de Paulo, Apolo e Cefas, formando um evangelho de insubordinação as autoridades eclesiásticas.


Hoje vemos algo muito parecido nas denominações evangélicas, crentes levantando certas bandeiras diferentes daquela que já foi colocada em suas mãos; uns afirmam: eu sou da AD. de Abreu e Lima, outros eu da AD. do Recife, outros Sou da Universal, outros sou Calvinista, Outros sou Tradicional, Outros Sou Pentecostal, Outros Eu não Tenho Templo, sou do irmão fulano, sou de Jesus, eu não sou de ninguém, etc. Quantos fundamentos foram Criados? Quantos evangelhos foram ensinados? A quem devemos anunciar? com que devemos nos envolver? como seremos identificados como verdadeiros discípulos? (João 8:31, João 13:35, João 15:8), e em nome de quem fomos Batizados? Quantos Espíritos Santos recebemos? ou quanto existem?


Que os Irmãos reflitam sobre o que está baseado o evangelho que pregamos (ou deveríamos pregar), que deixem para traz todo embaraço e sigamos para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fl 3:14). Não vale apena erguer bandeiras, Brasões, Modismos, ideologias, que não seja o que encontramos na Bíblia, temos que parar de agir como meninos e seguir para o nosso objetivo e missão: PREGAR O EVANGELHO A TODA CRIATURA, não agaranhar almas para igreja A ou B, não fazer prosélitos rodeando o mar e a terra e, uma vez feito, os tornamos filho do inferno duas vezes mais do que nós (Mateus 23:15); sejamos responsáveis, lidamos com vidas e não números, com almas e não corpo, com Promessas eternas e não Dinheiro perecível.


Jesus está voltando, sejamos prudentes e obedientes ao seu mandato. Amemo-nos e sejamos reconhecidos como seus discípulos! (João 13:35, João 15:8)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

É para Glória de Deus!!!!

Tanque de Siloé

 "Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo." (João 9:25)


Para quem vive o milagre, não importa os interesses da religião. As preocupações institucionais são insignificantes diante da grandeza do evento de Deus; quem foi agraciado só sabe afirmar que houve resposta, que antes estava em trevas, agora está na luz, que vivia em desespero, agora vive em graça. Não importa o que falam os religiosos sobre o Deus de Milagres, o que importa é que o milagre aconteceu!!!


Deus quando faz, não há dúvidas que persista ou questione o momento vivido! Apartir daí, cabe ao abençoado exibir seu milagre, sua prova incontestável da existência do Deus operador. Mesmo que não haja conhecimento teológico, mesmo que isso exija contradizer os ditames dos religiosos, importa que você esperava ou não um milagre, e ele aconteceu.


Logo, não há terra santa, ou meio de produção para o milagre, apenas existe o abençoado e o abençoador, basta que exista entre o a alvo e o executor a fé no filho de Deus, então o milagre acontece.


Talvez você esteja a espera de um milagre, esperando que haja a misericórdia divina para você,  já não sabe onde procurar, mas o seu milagre simplesmente acontece.


Talvez os outros que lhe vêem lhe julgam, tentando num esforço inútil achar motivos para o seu sofrimento, mas a única resposta que encontrarão será: ..."Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus." João 9:3! 


Meu amigo! Você é alvo das misericórdias Divinas! Deus está indo ao seu encontro para mostrar ao mundo que Ele é o que todos precisam!!! (João 9: 4-5), mesmo que as obras do senhor tenha um aspecto desconcertante, é através daquele ato diferente de tudo que as religiões estão habituadas que ele vai até você, opera o milagre e diz:


"E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo." João 9:7


Que Deus maravilhoso! Ele vêm até você e ainda te orienta às águas do ENVIADO!quando Ele operar o seu milagre, creia, obedeça, e seja abençoado!

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Mestre, quem é o culpado?

 E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: 


"E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" 

João 9:2


Quem errou? Perguntamos a Deus! Queremos ouvir a voz daquele que sabe todas as coisas para responder questões que estão nuas diante dos nossos olhos.


É fácil empreender-nos na busca pelo culpado, a fim de justificar uma falta ou outra, porém não nos tocamos que "Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar." (João 9:4)


Cristo esclareceu este questionamento humano, e em poucas palavras falou que a culpa não reside naqueles que carregam o fardo, mas está nas mãos dos que sabem o que precisam fazer, mas não o fazem.


Nem sempre as obras de Deus vão manifestar-se de modo sobrenatural, por vezes o o espiritual apenas age de forma tão natural que passa desapercebido sua ação, porém o resultado da resolução traz consigo a essência da obra de Deus.


Tiago nos mostra isso quando em sua carta nos expõe a seguinte verdade:


"Se um irmão ou uma irmã estiverem necessitados de roupa e passando privação do alimento de cada dia, e qualquer dentre vós lhes disser: “Ide em paz, aquecei-vos e comei até satisfazer-vos”, porém sem lhe dar alguma ajuda concreta, de que adianta isso?"(Tiago 2:15-16)


"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado." (Tiago 4:17)


Meus queridos, a obra de Deus é feita por nós! Devemos clamar ao Senhor, precisamos orar pelos enfermos e aflitos, porém, não devemos ignorar que o frio se combate com agasalho, a fome com comida, e o desamparo com abrigo. Queremos jogar para Deus ou para o aflito a responsabilidade do erro! E pecamos por saber fazer o bem e não no fazemos.


Quem pecou? Seus pais? Ele que sofre? Não! O aflito não tem culpa ou controle de seu momento de trevas, mas eles estão ali para que a Obra de Deus seja manifesta, e a hora de manifesta-las é agora, enquanto existe os potenciais alvos da gloria de Deus, e nós somos os responsáveis direto para a execução da vontade de Deus, "Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo." (João 9:5)


Vamos transformar nossos membros em ferramentas divinas! Vamos viver a obra de Deus! Vamos manifestar o milagre daquele que pode operar de forma sobrenatural e através de seus filhos, nós, os que aceitamos o Senhor Jesus pra sermos aceitos como filhos adotivos por Aquele que nos amou primeiro.


Como temos manifestado as obras de Deus? Estamos vivendo a fé do Filho unigênito? Estamos abençoando? Orando? Socorrendo? Abrigando? Saciando? Visitando? O que ele dirá naquele grande dia? Vinde benditos de meu Pai? ou Apartai-vos de mim, vós que pratique a iniquidade? Pois, quando não fazemos o bem que sabemos que deve ser feito ao próximo, negamos a Deus a execução de sua obra! (Mateus 25:33-45)


De quem pois é a culpa se alguém passa fome, se alguém está doente, se alguém está com frio, desamparado, deprimido, ou passando por qualquer dificuldade? a culpa é nossa por não manifestarmos a obra de Deus! pois Ele veio dar vida, e vida com abundância!!! (Jo 10:10) e nós somos os seus filhos, enxertados em Cristo para darmos muitos frutos! (Jo 15:16).


"Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. " João 13:34-35

domingo, 27 de setembro de 2020

Um Bom Nome, Um Mestre

 

Antes de mais nada, você tem que ser reconhecido pelo nome, pois "VALE mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro." Provérbios 22:1


Infelizmente, muitos cristãos esquecem isso e preferem priorizar o título ao invés de um bom nome... Vemos muitos PASTOR FULANO, PRESBÍTERO BELTRANO, DIÁCONO SICRANO, sem falar das Missionárias, Apóstolos e Patriarcas que, seguido de um nome, que vem em segundo lugar, conquistam pelo que têm e proporcionam, e não pelo que são.


"PAULO, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus." Romanos 1:1, assim como nas demais cartas escritas que compõem 60% do novo testamento, o Irmão Paulo, não se valia do título para se apresentar, mas do seu BOM NOME, da mesma forma o fez Tiago (Tiago 1:1), Pedro (1 e 2 Pedro 1:1), Judas (Judas 1), salvo as raríssimas exceções dos escritos de João, em que a única vez que se apresenta, em sua terceira epístola como "O Presbítero" (3 João 1:1), nas demais obras nem se pronuncia a respeito de si mesmo...


Hoje, século XXI, anos de 2020, vemos muitos com a necessidade de dizer o que são ou o que representam, pois seus nomes não são tão importantes... Não se colocam como iguais aos demais irmãos de sua congregação, antes exigem primeiro serem chamados pelo título, para só então serem acrescidos de seus verdadeiros nomes... Vale mais o Bom nome! 


Quando vejo o nome ser posto em segundo lugar, temo que esse nome precedido de um título esteja se escondendo por sua falta de caráter ou dignidade, não prefira ser assim! "Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo." Filipenses 2:3.


Vamos aprender com os grandes Apóstolos, que antes do título, preservavam o nome, e antes de ser entitulado, aprenderam como "Seguidores" do Mestre, "Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos." Mateus 23:8


Sejamos mais irmãos! Cultivemos mais a paridade que a superioridade dentro da família, do templo, ou da comunidade, porque "um só é o vosso Mestre".

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