Falar de livre arbítrio a um cracudo crônico, colocando para sua escolha um prato de comida e sem grama de pó... Neste caso o arbitrio é livre? Agora peguei esse mesmo cracudo, trate-o em uma clínica, deixe-o "LIMPO", partir desse momento o seu arbítrio está livre, por mais vontade que tenha pela substância, está em condições de decidir entre a sobriedade ou voltar a ser um ébrio. De igual modo, o homem que nunca se drogou está sóbrio de suas escolhas, pode decidir entre permanecer sóbrio ou tornar-se um ébrio, está era a condição da humanidade antes da desobediência. No primeiro contexto, temos a representação da atual situação da raça humana: ébria, presa, sem vontade própria, todas as suas decisões e vontades estão presas à dependência química, não existe decisão própria que o ajude, apenas a coerção ao tratamento pode livra-lo dessa condição de total desfavor, uma ação externa que nunca dependerá dele; Já o segundo exemplo, nos retrata o homem resgatado, justi...
Não tem haver com prosperidade Não tem nada de chocolate Não tem haver com Coelho Não começou em Jerusalém A passagem é da morte O sinal de é o sangue O inocente é um cordeiro O lugar foi o Egito Não tem haver com Paixão Não se trata de uma vítima Não se faz alusão ao fim O Símbolo é o Livramento O personagem é o Todo Poderoso O tema é esperança. Esqueça o chocolate, os coelhos e o apelo comercial. A origem de tudo não foi em Jerusalém, mas no solo árido do Egito. ✨ A passagem é da morte para a vida. ✨ O sinal é o sangue nos umbrais. ✨ O inocente é o cordeiro. Não se trata de uma vítima ou de um fim, mas do Livramento. É sobre o agir do Todo-Poderoso transformando escravidão em liberdade. O tema não é luto, é ESPERANÇA. É o início de uma nova história. Esse texto é uma belíssima síntese da Páscoa Judaica (Pessach), focando na sua origem bíblica original antes de ser ressignificada pelas tradições modernas ou cristãs. Há um contraste nítido...