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domingo, 4 de setembro de 2011

Igreja Atual: Evolução ou Involução do projeto de Deus?

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Me pergunto: A igreja primitiva evoluiu para a igreja moderna, ou INVOLUIU a uma simples lenda descrita em Atos 2: 42? Será que realmente perseverar na doutrina dos Apóstolos, na comunhão ou no partir do pão, ficou só para o passado, ou ainda prevalece o modelo embrionário?

Hoje à noite, um pastor, mais que amigo, é um mestre e exemplo cristão a ser seguido, infelizmente falou algo que me fez sentir uma subestimação sobre a inteligência da igreja. Diante do tema Ação Social da Igreja, e pressionado pelo esboço da publicação de determinada revista de Escola Dominical que teria que sermonar, tal ministro lançou um desafio à Igreja:

"Se você é defensor desta prática descrita em Atos dos Apóstolos, eu desafio você a vender tudo quanto você tem e entregar a Igreja"

Pelo total silêncio, prevaleceu a opinião do Ministro que firmou sua posição de que aquele foi um fato isolado, e que não pode se exigir da Igreja (instituição) a erradicação financeira ou dos problemas sociais daqueles que abraçam a nossa mesma fé em cristo Jesus, pois na medida em que condeno a Igreja (Instituição) por não agir em benefício destes, esqueço que me auto-condeno, pois sou parte do corpo da Igreja (pessoa) e em mim habita toda responsabilidade de suprir as necessidades do necessitado ou amenizar sua dor.

Na mesma hora que ouvi isto, considerei um cala-te-boca, pois, embora saibamos que como Igreja, não temos que esperar por instituições (denominação), já que, se posso amenizar os males que aflige meu próximo, nada me impede, só a minha insensibilidade de não ajudá-lo, entretanto, veio-me a mente que o que fazia os cristãos de outrora não hesitar diante de um convite destes, de disponibilizar seus bens aos pés dos apóstolos, para o bem comum daqueles que faziam parte da multidão que estavam crendo, era o simples fato dos Líderes (Apóstolos) darem "com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça" (Atos 4: 32~37). 

Será que, a falta de demonstração poderosa do Testemunho da Ressurreição do Senhor Jesus, e a falta da graça nos atuais Apóstolos (Líderes), para que, cristãos generosos e abastados, ou até mesmo os que não possuindo muita coisa, mas que com um coração grato, dividissem seus bens para que tais líderes administrem em benefício dos mais necessitados, não seria o motivo do impedimento para que se abra a mão? 

Será que o impacto é igual na mente do abatido ou necessitado, quando precisando seja socorrido por um irmão da igreja, ao invés de um oficial de sua instituição, constituído para serví-lo e socorrê-lo nos momentos mais difíceis? Em momentos críticos, será que a ausência do Pastor, Presbítero ou Diácono, ou outro oficial da igreja, que poderia ter sido designado pelo Pastor ou Responsável da Congregação, não importa de fato ao congregado? 

Ou ainda: não será este um método de se tirar a responsabilidade de gastos com o que se precisa para que, como igreja, sejamos realmente a CONTINUAÇÃO, daquele projeto que eclesiástico, que visivelmente está melhor aperfeiçoado do que nossas megas-congregações de hoje, e assim, as Instituições possam manter seus projetos divergentes coma as Escrituras?
É espantoso quando vemos o significado da palavra grega para comunhão (At. 2: 42). Koinonia, nunca significou apenas não estar magoado com meu irmão, nem simplesmente significa que é o momento que tenho que dar as mãos em momentos de louvor e cantar: "Eu sou um com você, no amos do nosso Pai, somos um, no amor de Jesus"... é muito mais que isso! Koinonia é contribuição, participação, intercambio, parceria, amor, distribuição, compartilhar, arrecadação; estar em comunhão para aquela igreja improvável hoje, era participar aos irmãos todo bem da vida que se pudesse compartilhar, era está em parceria, era fazer arrecadações para suprir as necessidades um do outro (Rm 15: 25~28, II Co 8: 1~6); era contribuir, fazer um intercâmbio, e não ficar parado, olhando, e dizer; Deus te abençoe!

Creio que a Igreja é a mesma, que os líderes têm que ser do mesmo modo como era no projeto Divino, testemunhando da ressurreição de Cristo poderosamente, cheios de Graça; só então haverá moral suficiente para se pedir a contribuição necessária para a ajuda dos necessitados. Até que seja operado este milagre da Metanóia, desta mudança de atitude, deste arrependimento, tanto da liderança, quanto dos liderados, ou melhor, tanto dos Servos (ministros), quanto da Igreja (Esposa do Cordeiro), pessoalmente faço o que me vem a mão, para que naquele dia, me ache sem culpa e possa escutar:

Vinde benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. (Mt 25: 34~40)

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