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domingo, 6 de setembro de 2015

Analisando o Salmo 55 - Parte II

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Vv15 – Diante de Tudo, o salmista deseja que esse “amigo” seja surpreendido com a Morte e que seja enterrado vivo. O pedido reforça a decepção que assaltou Davi, e por saber que aquele que considerava amigo, na verdade tratava-se de um ímpio, cheio de maldade e traição (vv.15).

Vv16 ao 19 – Diante da perversidade de seu traidor, há um posicionamento: “invocarei ao Senhor” (vv16). Ele enxerga nisso sua salvação, seu livramento. Este é o verdadeiro posicionamento de um adorador do Deus altíssimo!!!
Diante da adversidade devemos invocar ao Senhor! Initerruptamente (a tarde, pela manha, e ao meio dia) (vv.17) o Salmista recorre a Deus, clama, se queixa e lamenta diante de Deus sabendo que ele o ouvirá, nem o desamparará, sempre estará ao seu lado e sempre o socorrerá! FAREI MINHAS QUEIXAS... ELE OUVIRÁ MINHA VOZ. O versículo 17 trata da atitude do salmista mediante determinado problema com certo amigo que o traira (vv12 ao 14). Diante do problema Davi resolve INVOCAR AO SENHOR para que o salve (vv16). No vv17 propriamente dito ele expõe como vai orar: INITERRUPTAMENTE (à tarde, manhã e ao meio-dia), SE QUEIXARÁ E SE LAMENTARÁ. A certeza que o salmista tinha diante de tudo isso era uma só: DEUS OUVIRÁ a voz do seu servo. O fato não era apenas Deus ouvir (pois Deus sempre ouve), mas o verbo indica um OUVIR COM ATENÇÃO (heb. ‘sãma’), OUVIR COM INTELIGENCIA, OUVIR DISCERNINDO. Deus ouve e atende nossas angustias, dores e aflições, quando assim decidimos falar-lhe nossas dores. (vv.16)
  Sabe que o livramento do Senhor se dará em Paz (vv.18), por mais que hajam perseguidores, o Senhor livra-nos de todos! Sem perturbação, sem contenda. Vê a justiça Divina (vv19) porque Ele (Deus) é quem preside (comanda) desde a eternidade. Note que esta resposta Divina é mediante ao “não arrependimento” (porque não há neles mudança nenhuma – vv19a) a à falta de temor (e não temem a Deus – vv19b); cabe unicamente a Deus, Governante Primaz, a resposta aos ímpios e injusto desse mundo.

Vv20 ao 21 – mais uma vez o salmista volta a falar da traição de seu amigo íntimo (vv13), dessa vez mostra como este era visto em sua convivência: “sua boca era mais  macia que a manteiga (vv21a), era agradável ouvir este amigo, havia prazer em seu dialogo, porem, seu coração estava cheio de guerra. Fora surpreendido com as palavras de seu amigo (eram mais brandas que o azeite), que mostraram-se agora mais afiadas que uma espada desembainhada, palavras prontas ao ataque inesperado. Nem sempre o conforto que sentimos com alguma pessoa significa segurança, podemos estar em perigo, pois palavras enganam, porém atitudes revelam o verdadeiro caráter da pessoa.

Vv22 ao 23 – diante do contexto vivido e reclamado pelo salmista, o que resta é o que devia ter havido desde o começo: “confiar no Senhor” (vv22) quando confiamos em Deus, Ele nos sustem e não permite que sejamos abalados. Ao mesmo tempo que Deus cuida dos justos (vv22), Ele julga os homens sanguinários e fraudulentos (vv23) “Deus os jogará em cova profunda”; Deus não Dorme Diante da Injustiça, tais homens não possuem a promessa da longevidade, Deus abrevia seus dias no mundo. Temos que Confiar em Deus.


“TODAVIA, MEDIANTE À TUDO, CONFIAREI EM TI”.(Vv23)

Analisando o Salmo 55 - Parte I

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Vv1 – o salmista roga para que Deus responda sem demora a oração. Pede para que o senhor não ignore as queixas do seu servo. A palavra “dá ouvidos” está no sentido de “dar atenção” (heb. ‘azan). Na versão Revista e Corrigida,  a expressão usada é “inclina”, porem a intenção do salmista é que o Senhor “prestasse mais atenção” a oração que estava sendo feita.
O que o salmista pedia era “um favor”, que é traduzido por “suplica”; podemos então entender que o salmista pedia para que  o Senhor desse uma atenção especial aquela oração, e que contava com a benevolência do Senhor, pois estaria pedindo um favor a Deus.

Vv2 – O favor que esperava era de tanta importância, que estava se “sentindo perplexo” e “andando perturbado”. Versão revista e corrigida, a expressão usada é “lamento-me e rujo”, o verbo significa “queixar-se e Bramir”; o que acontecera com o salmista fora algo que o perturbou a ponto desse queixar-se perante Deus e andava confuso.

Vv3 – Agora é revelado o motivo da angustia: “pessoas sem Deus estavam lançando calamidade sobre ele”. Essa palavra “calamidade” vem do hebraico ‘ãwen que remete ao sentido de “problema”, “iniquidade”, “mal”, “grande tristeza”, ou seja, a angustia do Salmista se dava por estarem o hostilizando com fúria, sem tolerância.

Vv4 – O Salmista, devido a tudo isto, sentia dores em seu coração, como se fossem dores de parto. Embora não fosse dor literal, o escritor quis expressar o quanto estava angustiado com as circunstancias. Sentimento de medo sobreveio ao salmista “terrores de Morte”, fora surpreendido com tal perseguição que sofrera por causa de seus inimigos (vv3).

Vv5 – O Salmista endossa o sentimento que lhe acometera. Estava totalmente tomado pelo pavor.

Vv6 ao 8 – Davi enxerga na fuga a solução para o seu dilema (vv6); ele objetivava o isolamento, manter-se longe de tudo e de todos (vv7), peregrinando, sem destino, mas se houvesse algum estabelecimento, isto se daria no deserto, longe de todos (e tudo), ele possuía pressa em livrar-se  do que chamava de “tormenta”, “fúria do vento” e da “tempestade”. Tinha pressa em ver-se livre de seus acusadores (vv8).

Vv9 – Agora o perseguido apela ao Deus todo Poderoso. Que “despedace” (ARC – Almeida Revista e Corrigida), “Destruir” (ARA – Almeida Revista e Atualizada) os “conselhos” a “língua” ou seja “o clamor do Inimigo” (vv3). O segundo pedido de “confundir os conselhos” (o primeiro foi o de “destruir”); pede ao Senhor que faça cessar a comunicação entre eles (como aconteceu em Babel), a fim de que eles não consigam mais tramar (levantar seus clamores) contra o salmista, e assim não sobreviesse mais os sentimentos encontrados nos vv 2 ao 5.  O motivo que levou o salmista a essa petição fora a publicidade da violência e da contenda que, devido aqueles “clamores” e da “opressão” dos ímpios que agora ecoava na cidade. Essa observação significa no original “ver analiticamente a ponto de aprender sobre o outro”, ou seja, o salmista via a violência propagada de uma tal forma dentro da cidade que aquilo o fazia pensar sobre o transgressor, aprender sobre ele e analisá-lo, não só ele, mas outras pessoas também (aprenderiam suas transgressões), isso poderia refletir diretamente no comportamento dos observadores, pois de certo modo poderiam experimentar os delitos (verbo heb. Rã’ah – experimentar) ver sentido do verbo em Jeremias 5:12: ...”não veremos a espada nem a fome”, como se não fossem participar das tormentas que havia de vir.

Vv10 ao 11 – Continuação do versículo 9 onde ele passa agora a relatar o modo  como se instalara  a perversão pública “diuturnamente” havia nas muralhas e muros adentro (de seus limites às suas praças) um acampamento de perversidades e malícias, destruição e engano (vv11). Os clamores (vv3) estavam infectando a cidade: dos muros ao centro se manifestava podridão. Há continuidade do pecado (vv16), é constante o engano dentro e nas vias daquela cidade. Segundo comentário da Bíblia Anotada, trata-se de atividades terroristas, rebeldes: inconsequência e radicalismo junto à intolerância.

Vv12 ao 14 – juntamente com outro trecho (vv20 ao 21), esta seção inicia uma revelação estarrecedora: os inimigos na realidade eram conhecidos, não se tratava de estranhos opositores, era um AMIGO ÍNTIMO (Vv13). No vv12 é afirmado que se fosse um desconhecido, haveria medidas preventivas, o ofendido se resguardaria, não seria surpreendido, se esconderia para frustrar a intenção má; ...”não é inimigo”... (vv12) ...”nem quem me odeia”, tais declarações esclarecem que não haveria lamento caso fosse por meios alheios ao seu circulo mais intimo de amizade, afinal, o que ele poderia esperar mais de um inimigo? Se de fato a ofensa procedesse de seu inimigo, ele estaria pronto a suportar. Mas, trata-se de um amigo, além disso: um amigo ÍNTIMO (Vv13), alguém a quem considerava igual, companheiro. O sentimento que regia o lamento de Davi vinha da alma, era um sentimento de traição. Talvez o mais surpreendente seja o fato desse “amigo” ser também um “irmão de fé” (vv14); eis o motivo da perturbação do Rei (vv2). Devido as circunstancias, este amigo, é apresentado a Deus agora na Condição de Algoz: Inimigo e ímpio (vv3).


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Uma notícia que me deixa Orgulhoso


Minha Filha agora escreve suas historias em Blog!!!

Ela é autora do Blog No Mundo de Julinha, onde conta suas estorinhas com seu prisma de seis anos de vida!!!

Façam uma visita e prestigiem minha princesa!!!


www.nomundodejulinha.blogspot.com

A verdade sobre o EVOLUCIONISMO

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A teoria da evolução tem servido de base para o ateísmo. Tanto em Universidades como no ensino fundamental e médio, é usada para negar a idéia de um Deus, criador e pessoal. Charles Darwin ao verificar que há variações de animais da mesma espécie, que "a matéria levou formas unicelulares a formas mais complexas", através de sucessivas transformações ocorridas durante milhões de anos. A isto chamou seleção natural.

Os furos do Evolucionismo

Essa teoria fere conceitos básicos do conhecimento científico, leis que regem todo o funcionamento do Universo. É preciso ter mais fé para crer no Evolucionismo que no Criacionismo. Analise bem:


I - A teoria fere as leis da termodinâmica

Há duas Leis da Termodinâmica que comprometem a Tória da Evolução: A Lei da Conservação da energia e a Lei da Termo II
A Lei da Conservação de Energia
Ela nos diz que a energia não poder ser criada nem destruída, mas pode adquirir várias formas, inclusive a massa. Leia II Pe 3:37 e note que a Criação está em conformidade com esta lei.
A Lei da Termo II
A Segunda Lei (Termo II ou Lei de Transformação de Energia) afirma que a energia se move em níveis mais organizados para níveis menos organizados. A Termo II age ficando com menos do que antes. A energia "perdida" é acumulada na forma de uma energia indisponível, a qual mede o grau de desordem de um certo sistema. Essa energia é chamada de entropia.

II - A teoria fere a Lei da Biogênese

Essa Lei, do francês Louis Pasteur afirma, de acordo com a Bíblia, que somente vida produz vida, Gn 1:26. Já a Evolução fala que matéria inanimada produz matéria animada (viva)

III - A teoria fere a Lei de Causa e Efeito

A Lei da Causa e Efeito diz que "nenhum efeito é qualitativamente ou quantitativamente superior à causa". Portanto, uma ameba não pode produzir um homem. Leia Is 55:8 e Jr 32.17.
OS FUROS DA TEORIA DA EVOLUÇÃO DO HOMEM

1° Furo - O HOMO ERECTUS
A descoberta - A descoberta feita Dr. Eugene Dubois, nos anos de 1891 e 1892 consistia de um crânio, um fragmento de fêmur e três dentes molares. Foi rebatizado como Homo Erectus.
O Furo - Constatou-se que o crânio era de uma mulher pequena, e o fêmur como sendo humano e os dentes molares de macacos.

2 ° Furo - O HOMEM NEANDERTHAL
A descoberta - Teve como base da descoberta um crânio. Ao ser examinado revelou ser de homem macaco.
O Furo - Esses esqueletos têm sido reclassificados pelos paleontologistas como idênticos ao homem atual.

3° Furo - O HOMEM DE PEQUIM 
A descoberta - Este fóssil foi achado na cidade de Pequim
O Furo - Foi reclassificado com o nome de Homo Erectus, por se ver que os fósseis também são encontrados no homem moderno. 

4° Furo - OS AUSTRALOPITHECUS
A descoberta - Os Australopithrcines foram descobertos na África do Sul, tidos como um exemplo de "homens macacos sul-africanos".
O Furo - Como possuíam uma cultura humana, ainda muito primitiva, foi reclassificado como sendo pigmeus e aos macacos.

5° Furo - HOMEM DE JAVA E DE NEBRASKA 
A descoberta - O homem de Java (crânio) foi encontrado em 1926 e o de Nebraska em 1922 (dente), apresentado como prova técnica no "Julgamento da Evolução", em Tenessee, em 1925.
O Furo - O homem de Java, imagine, o crânio não passava de osso do joelho de um elefante. Dois anos depois, foi encontrado o esqueleto completo do homem de Nebraska, ficando comprovado que o dente pertencia a um tipo extinto de porco: "o homem não passava de um porco - grande descoberta!"


A INCONSISTÊNCIA DO EVOLUCIONISMO

O registro dos fósseis apresenta inúmeros problemas:

1. Há uma variedade de espécies que tem permanecido absolutamente fixa durante todos os milhões e milhões de anos do tempo geológico.

2. Muitas das espécies modernas são degenerações de espécies anteriores muito melhores adaptadas, e não formas superiores daquelas que se encontram nos fósseis.

3. Todas as grandes filogenias e muitas famílias, ordens e classes, e um grande gênero e espécie, aparecem no registro fóssil sem nenhuma forma intermediária ou pelo menos preliminar.

O ARREPENDIMENTO DE DARWIN

A Biografia escrita por Orlando Boyer, intitulada "Ancora da Alma", narra o encontro de Lady Hope com Darwin. Ao visitá-lo, encontrou-o com a Bíblia, lendo a carta de Hebreus. Ao falar da evolução, Darwin, parecendo perturbado, declarou:

"Eu era moço com idéias não bem formadas. Fizeram sugestões admiradas com as coisas e ficava surpreendido de ver tudo começar a arder como fogo. O povo fez destas idéias uma religião".

Então, ficou calado e depois de mencionar a santidade de Deus e a grandeza da Bíblia que segura na mão, disse de repente:

"Lady Hope, tenho uma casa no jardim, na qual podem se ajuntar trinta pessoas. É aquela lá - indicando pela janela aberta. Quero que fale lá amanhã à tarde para os criados e para os vizinhos... fale sobre Cristo Jesus e a sua salvação. Há alguma coisa melhor? Quero também que cante com eles. Pode marcar a reunião para as três horas, a janela aqui ficará aberta e pode saber que estou acompanhando os hinos..."

A existência não é casual. "A criação como Deus a fez originalmente ajusta-se ao seu caráter, com absolutos morais", com propósito. "Os homens, criados a Sua imagem, deveriam viver por livre escolha de acordo como Deus é." 

Darwin aceitou isto, faça o mesmo e viva.



Vale a Pena conhecer: CRIACIONISMO BÍBLICO


Distraem a atenção, livres também para agrupar matérias da mesma categoria (de modo que as árvores, por exemplo, antecipam a sua localização cronológica para entrarem na classificação do mundo vegetal), para cumprir um grande propóstio no qual as exigência, ora de seqüência no tempo, ora de conteúdo e assunto, dirigem a apresentação, e o quadro completo revela o Criador e os Seus preparativos de um lugar no céu.Talvez você já tenha se perguntado: "Qual a Importância do Criacionismo Bíblico"? A resposta à esta questão tem implicações na eternidade dos seres humanos. Mas, para entender o assunto, precisamos de conhecer um pouco a história... 

 Em 1925, os evolucionitas adeptos de Charles Darwin, reivindicaram o direito acadêmico de ensinar a teoria da evolução nas escolas públicas dos U.S.A. Aparentemente, tudo o que eles queriam era apenas a oportuindade de apresentar suas concepções. Infelizmente, não era apenas uma inocente iniciativa, mas começa o processo de inflitração do secularismo que culminou com a proibição por lei do ensino do criacionismo. Assim, os criacionistas perderam à liberdade acadêmica fundamental que os evolucionistas um dia "inocentemente reivindicaram". Todos nós sabemos que a mentalidade secular controla o padrão de pensamento da sociedade, logo esses pensamentos serão traduzidos em estruturas políticas. Por isto, não é de se 
admirar que conceitos como o ateísmo e panteísmo estejam proliferando em nossos dias. Conceitos como o de Jean Paul Satre de "que tudo o que existe nasce sem razão, prolonga-se por causa da fraqueza e morre por acaso" infesta a mente de milhões de pessoas ao redor do mundo, pessoas que marcham à passos largos para o inferno, por estarem desprovidas de qualquer conceito de Deus que possa levá-las ao reconhecimento da realidade espiritual pecaminosa da humanidade. Uma das maiores estratégias de Satanás é levar à Palavra de Deus 
cair no descrédito da humanidade. "Se a Bíblia não é inspirada por Deus, então ela contém erros", "se ela tem erros, então não precisamos crer nelas", etc... Assim, conceitos fundamentais deixam de ser verdades absolutas, para serem supostos relativos. Conceitos como Pecado, arrependimento, Salvação, Céu e Inferno caem no descrédito. 

 "Se o homem não foi criado por Deus em Adão, se veio do Macaco; então, ,não há pecado. Se não há pecado, não há céu, não há inferno. Se Deus não criou o homem do pó da terra é porque Ele não tem poder, ou não existe... Somos frutos do acaso cósmico, de um germe espacial que viajou na cauda de um cometa até a Terra" - Estes são os pressupostos com os quais Satanás tem influenciado multidões através do secularismo, muito especialmente do evolucionismo. 
Certa vez, a esposa de Charles Darwin, Emma Darwin, que era profundamente religiosa, perguntou ao marido: 
"- Está sugerindo que Deus não existe ?" 

"- Estou sugerindo que Deus, no princípio, criou certas leis. Então, se retirou, permitindo que essas leis fizessem o resto!", respondeu Darwin. 
 

Esta forma de pensar, chama-se de Deismo. A Crença em um Deus Criador, mas que se afastou dos homens. Forma perigosa, pois contrasta com a doutrina da Encarnação, de Deus amoroso que "se fez Carne e habitou entre nós" em Cristo Jesus.(João 1:1,2 e 14) 

 

O que é Criacionismo ? 

 É um termo adotado por um grupo oposto totalmente à teoria da evolução. Este grupo considera a evolução uma ameaça ao relato bíblico da criação. Willian Bell Riley (1861-1947) foi o fundamentalista responsável pela oposição à evolucionismo. Ele criou a World`s Christian Fundamentals Association que iniciou os combates em defesa do Criacionismo Bíblico. Riley cria que os dias de Gênesis 1 eram épocas, considerando a geologia como necessária à defesa da fé. A Bíblia Scofield, em suas última edições, interpreta também os dias como largos períodos de tempo. 


Os "Dias" da Criação: 

"...um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia" II Pedro 3:8 

Quantos anos tem a Terra ? A Ciência Têm encontrado evidências que nos levam à acreditar que nosso planeta é antiqüíssimo! Baseando-se nas genealogias do Antigo Testamento e nas cronologias reais, um bispo irlândes do século XVII chegou a datar "O Princípio" em 4.004 a C. Haverá erros arqueológicos ou nos textos bíblicos ??? Como podemos resolver este Conflito 
??? 

 

As Alegadas Contradições Entre a Bíblia e a Ciência: 

 Deus deixou dois registros de sua criação - na Bíblia e na Arqueologia. A Bíblia não foi escrita para ser um tratado científico, entretanto, todas as suas citações científicas podem ser examinadas e constatadas em sua veracidade. Uma dos problemas iniciais é sobre a idade da 
Terra. Quantos anos elas tem ??? Através da Geologia chegou à conclusão de que a Terra é Antiqüíssima. Daí cria-se o conflito com os cristãos que creem que a Bíblia diz claramente que faz somente seis mil anos que Deus criou o Universo. Enquanto a Astronomia afirma uma época de cerca de 12 bilhões de anos !!! O problema não resulta em erro, nem da Bíblia e nem da ciência, mas sim na má interpretação dos relatos bíblicos. Ainda assim, é preciso distinguir entre o que a ciência descobriu realmente e o que é mera especulação. A Verdadeira ciência não consiste em teorias, mas em fatos concretos. 

 

Existem algumas Teorias que procuram harmonizar a Bíblia com a ciência: 

 Teoria do Vazio ou do arruinamento da Criação - Entre Gênesis 1:1 e 1:2 sucedeu uma "Catástrofe Universal", relacionada com a Queda de Satanás. Como resultado a terra ficou "sem forma e vazia". Deus teria recriado a terra em seis dias literais. Transcorreram-se milhões de anos entre a Criação e a recriação. 

Teoria da Criação Progressiva - O relato de gênesis é interpretado poeticamente. Os dias representam períodos de tempo indefinidos. A Bíblia não declara a duração de cada dia, e a grande verdade é que o termo "dia" (hebraico yôm) nem sempre se refere a um período de vinte e 
quatro horas. Em reforço a esta teoria assinala-se que as recentes descobertas confirmam a ordem da criação descrita em Gênesis. 

Teoria da alternância Dia-Era - Os períodos de vinte e quatro horas, ou curtos lapsos de tempo, separados por vastas eras geológicas. 


Segundo os cientistas da NASA , o Universo possui de 12 a 13 bilhões de anos de existência. Se o cálculo for feito através do uso dos cronogramas bíblicos, a idade achada não passa dos 6 milhões de anos. Como resolver este conflito ? Estaria a Bíblia errada ? O dogmatismo tem levado muitos à não acreditarem nas eras geológicas, muito embora evidências textuais e arqueológicas apontem nesta direção. O fato de Deus "ter descansado" e da existência do Sabbath, não contrariam esta linha de pensamento. Na Bíblia, existem diversas expressões de antropomorfismo (Deus com formas humanas) e antropopatia (com sentimentos humanos). O Deus Eterno não tem necessidade de descansar tal como o homem. Deus é perfeito, e em Sua perfeição não cansa ! O Profeta Isaías declara isto: " Não sabes, não ouvistes que o Eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, não se cansa e nem se fatiga ? " (Is. 4028). Outra controvérsia é a análise gramatical de Gênesis 2, que causou problemas até mesmo aos Rabis, pois sugere que Deus tenha feito algo no 7º Dia ! Na realidade, o verbo Shãbat tem o sentido de 
"interromper", "deixar de..." e "Chegar ao Fim..." A grande lição do Sabbath era para a humanidade lembrar da necessidade de dedicar um dia ao Senhor." O Sábado foi criado por causa do Homem"  frisou Jesus. O Sabbath nada tem haver com o dia após a Sexta, mas sim 
um dia santificado, separado ao Criador. Citado em Gênesis, a realidade só foi instituído nos tempos de Moisés..  É importante lembrar que Deus também instituiu o Ano Sabático (O sétimo, a cada 6 anos)  no qual não era realizado nenhum tipo de plantio. Aos que criticam a idéia das eras geológicas, indagando o que Deus estaria fazendo durante toda uma era ? Respondemos: Deus 
estava Criando. Aliás, Deus nunca parou de Criar ! NO Evangelho de João 5: 17 Jesus afirmou: " Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" e isto num dia de Sabbath! Através das observações astronômicas, notamos um universo em contínua criação. Estrelas nascendo, outras morrendo... Outro grande dilema é o Calendário que usamos atualmente. Ele não foi instituído 
por Deus. Influências do EGÍPCIOS, MAIAS, ROMANOS e até do Papa Gregório,  resultaram em nossa maneira de medir o tempo 


 O PONTO DE VISTA DE MOISÉS: 


Os eventos da Criação são descritos do ponto de vista de um observador que estaria vendo a criação realizar-se ao seu redor. A Ordem não é necessariamente cronológica. Por exemplo, a luz e as trevas são descritas antes do Sol e das Estrelas. Moisés não escreveu um tratado de geologia ou de astronomia ou de qualquer outra ciência. O texto nunca nos diz o "quando" da criação, nem nos explica em detalhes como Deus fez existir a Terra e a vida, nem sequer o "tempo" que Ele gastou ! 


Entendendo "No Princípio": 


A Expressão "No Princípio" pode ser entendida muito mais do que "No Início". A tradução do hebraica faz menção de "Em Princípio". Nem sempre sugere "tempo". Exemplo, podemos ver o Sol nascer, no "princípio" do dia. Estamos, no caso, fazendo uma alusão cronológica acerca do que era e o princípio do que será. Uma Continuação. Usamos também "princípio" para sugerir uma transição. Você muda de uma cidade, "deixa suas raízes". Estamos falando de uma nova etapa da vida. Falamos mais do que um princípio. Na realidade, é um princípio de um novo estilo de vida. 


Entendendo a Criação de Deus: 
 

A Criação de Deus não é uma doutrina de "Era uma vez ...", nem um acontecimento isolado num passado distante. A Criação é algo que Deus continua fazendo. Deus, cuja a natureza é criativa, continua criando. A Criação não é nenhuma exposição em um museu de teologia, mas sim uma Obra permanente de Deus. Precisamos entender os 4 tempos da Criação: Passado, Presente, Imperfeito e Futuro. Criação no Passado nos fala do momento em que Deus Criou todas as coisas. No presente, fala Dele sustentando todas as coisas pelo Seu Poder (Deus não abandonou o Universo, mas controla todos os eventos). Criação no Imperfeito é mais difícil de entender, pois em nossa língua não temos este tempo verbal existente na língua original do Novo Testamento, o grego. Falar da Criação no Imperfeito é falar de uma criação contínua, de 
Deus Criando constantemente... Já Criação no futuro nos demonstra o ato final de Deus descrito em Apoocalipse 21:1: "...Um Novo Céu e uma Nova Terra". 



Evidências Científicas de "Um Princípio" 

Big Bang - A maioria dos astrônomos aceitam a explicação de que o Universo se formou de uma grande explosão ("Haja Luz").  Este fato foi semelhante a explosão de um bomba de hidrogênio cósmica. Isto é importante para a Teologia, pois em algum  tempo passado "Tudo Começou". "...o visível não foi feito daquilo que se vê", afirmou o autor de Hebreus, talvez inconscientemente, referindo-se aos átomos que compõem os elementos !?! 


Radiação - Em 1965 Arno Penzi e Robert Wilson do Laboratório Bell, descobriram que a Terra estava sendo bombardeada de uma radiação oriunda de todas as partes do Universo. Mais tarde se descobriu que esta radiação é resultado do Big Bang. 

Desvio Para o Vermelho - 


Virto Melvin Slipher descobriu que uma dezenas de galáxias se afastam da Terra em velocidades altíssimas. A determinação desta velocidade só foi possível através da medição da luz de cada galáxia. Quanto mais afastada, mais o espectro se desviava para o Vermelho. Slipher descobriu que isto parecia uma espécie de Estilhaço cósmico. 

Nota adicional sobre os Dias da Criação: 
 


A Simetria do esquema de Gênesis 1 levanta a questão se devemos entender o capítulo cronologicamente ou de alguma outra maneira. É concebível que a idéia de "forma e repleção" tenha imposto a presente disposição ao material, parte do qual desenvolve-se  em ordem diferente no capítulo 2 com vistas a ênfase diferente. Ou ainda, como Karl Barth o vê, a menção da luz antes da do sol e da lua poderia ler-se como "franco protesto contra toda e qualquer espécie de culto ao Sol", caso em que o objetivo polêmico teria de ser levado em 
conta como contribuindo para a estrutura de Gênesis 1. Outra teoria faz dos seis dias uma seqüência de dias de instrução dada ao autor, não dias da criação propriamente dita. Mas ela repousa em grande parte numa errônea compreensão da palavra "fez" em Ex.20:11. Também, um interesse litúrgico poderia explicar o esquema de dias, se se pudesse evidenciar que este 
"hino" da criação foi composto para a celebração de uma semana festiva do Ano novo em Israel, semelhante ao rito babilônico de Akitu - hipótese baseada em fundamento particularmente pobre. Ainda, porém, pode-se insistir em que a ordem pertence à forma poética da passagem, e não deve ser salientada demais, visto que o interesse do autor é expor-nos o mundo visível como Obra 
das mãos de Deus, e não informa-nos de que este aspecto é mais antigo do que aquele. Justamente como seria impossivelmente prosaico inquirir o autor de, por exemplo, Jó 38 "sobre os odres dos céus" ou "laços do Órion", assim seria a errônea abordagem desta passagem esperar que seu esquema de dias seja informativo, e não estético. Talvez, uma ou outra dessas sugestões, justifique a intenção do capítulo. Entretanto, a marcha dos dias é um avanço 
progressivo majestoso demais para não incluir nenhuma idéia de seqüência ordenada. Além disso, parece muita sutileza adotar uma conceituação da passagem que elimine uma das impressões primordiais que ela causa no leitor comum. É uma história, e não apenas uma declaração. Como acontece com toda narrativa, exigiu a escolha de uma perspectiva, do material componente e de um método de narrar. Em cada um destes itens, a simplicidade constitui a nota dominante. A linguagem é a de todo dia, descrevendo as coisas segundo a sua aparência. Os 
contornos da história são nítidos, livres de exceções e qualificações que


(Autor:Fábio Castro Góes de Aguiar) 

Dinossauros, o que a Bíblia diz? Parte Final

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Parte IV - Questões Finais 

Os Dinossauros e o Dilúvio 

Criados para se Multiplicar 

No Quinto dia da Criação, Deus começou a povoar a terra com seres viventes. Criou, pois os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rasteja, os quais povoaram as águas, segundo a sua espécie (Gn. 1:21). No Sexto Dia, Deus criou os animais selváticos, segundo a sua espécie, e todos os répteis da terra (Gn.1:25). 

Muitas pessoas não acreditam que Deus tenha criado os répteis e o Homem no mesmo dia (sexto). Dizem por isso, que levou bilhões de anos para que os animais evoluíssem das substâncias químicas das águas. Talvez seja por essa incredulidade que Deus repete por três vezes que criou os répteis no mesmo dia que o Homem (v. 24, 25 e 26). 

Quando Deus os criou eram todos herbívoros e inofensivos. A Bíblia diz: "E a todos os animais da terra... em que há fôlego de vida, toda a erva verde lhes será para mantimento" (Gn.1:30). Foi só depois da queda de Adão e Eva que alguns deles se tornaram carnívoros, por causa do pecado. 

A Camada de Vapor 

Deus colocou, quando criou a Terra, uma camada de água ao redor da Terra, acima da atmosfera, que servia de proteção (Gen. 1:6-8). Era um véu invisível de vapor de água. Através dela as pessoas podiam ver o sol durante o dia, e a lua e estrelas durante a noite. 

Essa camada de vapor funcionava como uma estufa, conservando o calor da terra. Não havia, portanto, as regiões geladas do Ártico ou da Antártica. Durante 1600 anos aquela camada protegeu a terra da luz direta dos raios solares. Os cientistas afirmam que a luz ultra-violeta do sol é mortal para todos os tipos de vida. Ora, antes do dilúvio, as pessoas não recebiam o sol diretamente, mas filtrado por essa camada de vapor, o que permitia que as pessoas, animais e plantas vivessem e crescessem muito mais do que hoje. 

A Arca 

Os homens multiplicaram-se sobre a terra. E também multiplicaram a maldade e o seu pecado, a tal ponto que Deus não podiam mais suportar tal situação. Assim, o Senhor queria fazer desaparecer da terra o homem, animal, réptil e aves que tinha criado (Gn. 6:7). 

No entanto, Deus encontrou um homem, Noé, que era justo perante Deus, porque confiava nEle. Deus agradou-se com ele, e por isso, disse-lhe para fazer uma Arca para alertar o mundo do julgamento de Deus. Com a arca, seria salva a família de Noé, e representantes de todas as espécies de aves e animais terrestres (os peixes e animais marinhos ficariam no mar, mas uma grande parte deles morreria com a enchente). 

Deus deu a Noé as medidas exatas da arca. Ela deveria ter três andares. A arca media 135 metros de comprimento, 23 de largura e 14 de altura. As pessoas zombaram de Noé e sua família que durante 120 anos construíram a Arca, pois nunca tinha chovido na terra, até à altura, devido à camada de vapor existente por volta da terra. 

Mas chegou o dia do julgamento. Então, as "comportas dos céus se abriram" (7:11), isto é, a camada de vapor transformou-se em água, chovendo assim sobre a terra. 

Os Dinossauros entraram na Arca 

A Palavra de Deus diz-nos que entrou na Arca um par dos animais imundos e sete dos não-imundos. Lemos ainda em Gn. 7:7-9, que entrou na arca "de todos o réptil sobre a terra" . Logo, os dinossauros também entraram ! 

É claro que os mais cépticos argumentarão... será que entraram dois Braquiossauros, de 80 toneladas cada? 

A Arca era muito grande 

Como já referido, as dimensões da arca eram gigantescas. Calcula-se que nela caberiam 520 vagões de um comboio. Nela teriam entrado cerca de 40.000 animais. E, logicamente, girafas, elefantes, e outros grandes animais. 

Os Dinossauros cresciam sempre 

Eis a outra face da questão. Os homens crescem até aos 20/30 anos. Então, pára o crescimento. Mas os dinossauros cresciam sempre! Ora, Deus trouxe para a Arca somente os pares que pudessem "povoar a terra e nela se multiplicarem" (Gn. 8:17). 

Deste modo, os enormes dinossauros não entraram na Arca - eles seriam "avós" e não se podiam reproduzir. Mas, em contrapartida, entraram os jovens dinossauros - pequenos, é verdade, mas dinossauros. 

Os Dinossauros Saíram da Arca 

Tal como entraram, também saíram da Arca. É claro que o mundo que encontraram era diferente do que estavam habituados a viver antes do dilúvio. Mas, mesmo assim, viveram e multiplicaram-se durante alguns anos. 

Por isso, os dinossauros conviveram com o Homem 

Independentemente de todas as argumentações sobre o assunto, deixemos a ciência falar... A foto ao lado é a reprodução de um fossem de pegadas humanas numa rocha cambriana. Um trilobite amassado, indicado pela seta, pode ser observado numa das pegadas. De acordo com as idéias evolucionistas, o homem não evoluiu até centenas de anos após a formação das rochas cambriana e a extinção de trilobites, as quais, segundo os mesmos são do tempo dos dinossauros. (Prof. H.Andrews, Museu de W.J.Meister, Jr.) 

Está pois provado, cientificamente, que os homens conviveram com os dinossauros. E a Bíblia atesta-o completamente (Jó 40 e 41). 

B. A Extinção dos Dinossauros 

A Divisão da Terra 

A Terra não teve sempre a configuração atual. Ela quer antes quer depois do dilúvio era toda una. Mas cerca de 800 anos depois do dilúvio, nos dias de Pelegue, deu-se a divisão da terra em continentes (Gn. 10:25). Nessa altura, quando já tinha havido a confusão das línguas na torre de Babel, os povos de então tinham-se repartido pela terra, e estavam reunidas as condições para a separação em grandes continentes. 

Muitas causas podem ser apontadas para o desaparecimento da maior parte das espécies de dinossauros: fome, clima, novas doenças. Mas é errado dizer, sem provas, que foi algum meteoro ou cometa que tenha caído sobre a terra. Tal impossibilitaria a vida, e extinguiria a própria vida humana, o que nunca se verificou. A Bíblia relata a maior catástrofe que houve sobre a terra, e essa maior catástrofe foi o DILÚVIO, e não a queda de algum cometa. 

É possível que, quando da divisão da terra em continentes, tenha havido a perda das condições para a vivência dos dinossauros, mas afinal, por que se dá tanta atenção á extinção dos dinossauros ? Afinal, milhares de espécies - mamutes, mastodontes, lobos, etc. extinguiram-se e continuam a extinguir-se. 

Deus, ao criar estes répteis poderosos, quis mostrar como Ele é Todo-Poderoso. Se entretanto Deus permitiu a sua extinção, é porque era necessário em face da novas condições da vida na terra. 

MAS... 

EXTINTOS EM ABSOLUTO ? 

Hoje... Ainda Há Dinossauros Vivos ! 

Nada de espantar. Há notícias de que dinossauros vivos têm sido vistos na Terra. Nativos do Congo dizem ter visto criaturas parecidas com dinossauros. Em 1977, pescadores japoneses viram um réptil enorme no sul do Oceano Pacífico. 

Dragão de Komodo 

Mas não é preciso acreditar nesses testemunhos. Se quiser ver um dinossauro, basta ir à ilha de Komodo, na Indonésia. Lá pode-se ver o maior lagarto do mundo - tem todas as características dos dinossauros, medem 3 metros e pesam 150 Kg. 

Iguana de Mona e as Tartaruga dos Galápagos 

São mais dois seres da família dos dinossauros. O primeiro, na ilha do Caribe, e o segundo, na ilha dos Galápagos. A tartaruga dos Galápagos chega a pesar cerca de 300 Kg ! 


Não devemos ficar surpresos se algum dia chegar uma notícia com uma foto de um dinossauro, por exemplo, aquático, vivo. A existência atual de certas espécies de dinossauros só provam que a teoria da evolução não é fidedigna. Os dinossauros conviveram e podem conviver com o homem. Mas acima de tudo, importa falar do Poder de Deus, ao criar estes seres. E se este Senhor criou estes seres, e permitiu a sua extinção, quanto maior será o julgamento daqueles que, persistindo em pecado, não querem aceitar a dádiva de Deus, isto é, o Senhor Jesus Cristo, que hoje, a todos, oferece a salvação gratuita a todo aquele que nEle crer e o receber pela fé.

(c) Joel Pereira.1998. O presente artigo pode ser divulgado na sua íntegra, desde que seja citada a sua fonte.

Dinossauros, o que a Bíblia diz? Parte III

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Parte III - Espécies de Dinossauros 

Todos foram Répteis 

Os dinossauros pertencem à categoria dos Répteis. Dinossauro significa lagarto terrível. E o lagarto é um ser rastejante. 

Não foi Adão quem deu os nomes por que hoje conhecemos os dinossauros. Esses nomes são mais recentes. Aliás, a Bíblia refere que Adão só deu nomes às aves e aos mamíferos (Gen. 2:19s) - não aos animais rastejantes, insetos ou criaturas marinhas. Mesmo assim, o seu trabalho não foi pouco! Cerca de 8600 aves e 5500 mamíferos, foi o trabalho de Adão... 

Quanto aos dinossauros, em específico, podemos citar algumas espécies. As espécies a seguir referenciadas têm credibilidade científica e criacionista - isto é, há provas de que assim teria sido. Fundamentalmente, a base são fósseis existentes em vários lugares do mundo, que permitem que se chegue a determinadas conclusões. 

Os fósseis são formados a partir de marcas deixadas ou de restos de plantas/animais. Há a secagem dos mesmos, prensagem sob grande peso de lodo e depois, alguns anos (dezenas, centenas ou milhares, conforme os casos) para a sua preservação. 

1.Os Répteis Gigantes 

Diplodocus 

Este dinossauro foi um dos mais compridos dentre os que perambularam na nossa terra. Crê-se que tenha tido pelo menos 30 metros de comprimento. Tinha uma cauda e pescoço grandes, o que em relação ao corpo, permitia o seu equilíbrio. Talvez, em altura, atingisse, com o seu pescoço, o quarto andar de um edifício. Era herbívoro. Muitos associam este ser ao Beemote citado nas Escrituras. O Diplodocus tinha um furo no topo da cabeça por onde poderia respirar quando estivesse com o corpo na água. 

Braquiossauro 

Com as mesmas características do Diplodocus, era mais pequeno (cerca de 15m), mas pesava cerca de 80 toneladas. Mais pesado do que ele, o Ultrassauro, com 90 toneladas, e o Sismossauro, cujo peso preciso se desconhece. 

Apatossauro 

Pesava cerca de 40 toneladas e tinha um pescoço de cerca de 6 metros, medindo em comprimento 22 metros. Era herbívoro (só comia plantas). Tinha 24 dentes com o formato de uma colher, que não serviam para mastigar alimentos. Logo, deverá ter engolido pedras ásperas do tamanho do punho de um homem para ajudar a triturar a comida no seu estômago, como fazem alguns pássaros e crocodilos. 

Tiranossauro Rex 

Foi, provavelmente, a mais terrível máquina mortífera que andou sobre a terra. O seu nome significa "o rei tirano dos lagartos". Todos os animais e homens teriam medo dele. Media 5 metros de altura. Cada pata traseira ocupava o espaço de 1 metro quadrado. 

Era carnívoro, tendo na sua boca 60 dentes, com 15cm de comprimento. que eram como facas de pontas com bordas serrilhadas, o que lhe facilitava rasgar a carne. No entanto, as descobertas mais recentes levam-nos a acreditar que ele também se terá alimentado de alimentos macios. 

A sua boca era enorme - e poderia certamente engolir uma pessoa inteira. O seu estômago era tão espaçoso que, depois de fazer uma refeição, poderia esperar uma semana ou mais para comer novamente. 

2. Dinossauros Incomuns 

Triceratops 

Este dinossauro, com uma certa aparência engraçada, tinha três chifres. Era um ser herbívoro, e acredita-se que era um potente lutador. Dois dos seus chifres tinha 60 cm e o outro, logo acima da sua boca, um chifre forte pontiagudo de 15 cm. 


Estegossauro 

Este dinossauro tinha uma fileira de placas ósseas nas suas costas, com aparência de velas de barcos. Essas placas regulavam a temperatura do seu corpo, expelindo o calor quando estava muito quente, e absorvendo o calor quando sentisse frio. Estegossauro significa "lagarto curvado", porque ele possuía costelas fortemente curvadas. No final do seu rabo, havia quatro pontas, medindo cada uma delas 90 cm de comprimento e 15 cm de espessura. Possivelmente, o seu rabo era usado como chicote para perfurar o couro duro dos seus inimigos. 

Paquicefalossauro 

Este terá sido o dinossauro mais esquisito, pois tinha uma cabeça ossuda, rodeada por saliências ósseas parecidas com verrugas. Tinha ainda ossos pontiagudos no nariz. Possivelmente usava a cabeça para se defender, dando cabeçadas nos outros animais. Tinha 1,70m de altura, portanto, a altura de um homem médio, e era herbívoro. 

Dinossauro Bico-de-Pato 

Este dinossauro era parecido com um pato - a sua boca tinha o formato de um bico de pato, sendo herbívoro. Possuía suas fileiras de dentes na parte de trás da mandíbula superior, e duas fileiras de dentes na parte de trás da mandíbula inferior. 

Cada fileira tinha 500 dentes, o que totalizava 2.000 dentes numa só boca - no entanto, esses dentes não eram usados todos simultaneamente. Em 1908, um colecionador encontrou fósseis de dois bicos-de pato em Wyoming, EUA - até as peles estavam preservadas em fósseis. Deste modo, foi possível verificar que tinham pele grossa, semelhante ao do crocodilo. Tinham as costas escuras e a frente de cor clara. Recentemente foi encontrado um "cemitério" de bicos-de-pato no norte do Alaska (EUA). Desconhece-se contudo, se viviam em terra ou nos pântanos. 


3.Répteis do Mar 

Ictiossauro 

O primeiro fóssil marinho foi encontrado por Mary Anning de 12 anos. A criatura tinha quatro nadadeiras, longos maxilares cheios de dentes. A forma aerodinâmica do seu corpo era parecida com os golfinhos, medindo cerca de 9 metros. 

Plesiossauro 

Em 1925, Charles Moore estava na praia de Moore, na Califórnia, e encontrou um esqueleto deteriorado de um monstro que parecia uma serpente. 

O Leviatã 

A Bíblia fala que Deus criou "os grandes animais marinhos" (Gen. 1:21). e Deus descreveu uma dessas criaturas a Jó, chamando-a de Leviatã (Jo 41:1). Algumas pessoas pensam que Deus estava a descrever o crocodilo, mas a descrição não é coincidente. A Bíblia afirma: 

* «Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais o intentarás» (v.8). As pessoas não o podiam apanhar com anzóis - ele era tão forte que nem espadas ou lanças o feriam (v. 1 e 2). Não sabemos qual a fisionomia deste ser, mas Deus afirma que "na terra não tem igual, pois foi feito para não ter medo" (v.43). 

O Leviatã cuspia fogo ! É isso que se lê em Jó 41:19. Alguns dizem que é meramente simbólico. Mas o versículo refere: "Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela". Em primeiro lugar, este versículo dá-nos a prova de como este ser não era o crocodilo. 

Contudo, esta descrição não é simbólica. Podemos dizer que da boca deste "dinossauro" saía, e facto, fogo. Eis a prova: Deus preservou até aos dias de hoje uns pequenos seres chamados besouros bombardeiros, com pouco mais de 1 cm, que nos mostram como era possível lançar "fogo". Estes besouros têm um pequeno canhão nas suas caudas, cada qual com um gás venenoso. Quando sentem perigo misturam estes dois gases, formando uma bola de gás quente e nocivo que ataca os seus inimigos. Se isto sucede hoje, porque não com animais maiores ? 

4.Répteis do Ar 

Pteranodon 

Este réptil voador com 15 metros de envergadura das asas, tinha uma cabeça de 1,80m de comprimento, incluindo uma crista de 70 cm que se estendia para trás, conforme a figura acima reproduzida. Essa crista, bastante fina, tinha a função de dar equilíbrio aerodinâmico ao seu longo bico desdentado. Apesar do seu grande tamanho, pesava apenas cerca de 13 Kg ! Deus projetou esta criatura magnífica para voar - os seus ossos ocos tornava-no leve e eficiente. Tinha ainda uma bolsa debaixo da goela, onde armazenava pequenos peixes e animais marinhos que pescava nas águas. 

Arqueoptérix 

Esta criatura tinha asas e penas. Possuía garras nas suas asas e assim conseguia trepar as árvores e voar. No entanto, essas garras não são uma evidência de que estava a evoluir de um réptil para um pássaro. Nunca foi encontrado qualquer esqueleto que indicasse um estágio intermediário de evolução. 

Aliás, ainda hoje, existe um pássaro na América do Sul, chamado Hoazin, que tanto pode trepar a árvores como voar - tem na parte da frente de cada asa duas garras que usa para trepar enquanto pequeno - e é evidente que não está a evoluir, sendo um pássaro. 

5.Dinossauros Pequenos !

Quando falamos em dinossauros, pensamos logo em monstros. Mas existiram dinossauros muito pequenos ... 

É o caso do COMPSOGNATUS que não era maior que uma galinha, bem como o STRUTHIOMIMUS. 

O RANFORINCO foi um dos menores répteis voadores, com cerca de 50 cm de comprimento. Dentre os répteis voadores, tinha uma aparência estranha, por causa do seu rabo longo e fino com um leme na ponta. 

A existência destes pequenos dinossauros prova a impossibilidade de evolução, porque todas estas espécies viveram em comum, no mesmo período de tempo.

(Por Joel Pereira)

Dinossauros, o que a Bíblia diz? Parte II

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Parte II - A Bíblia


O QUE DIZ A BÍBLIA ?

A primeira referência a animais "dinossauricos" é Gen. 1:21 "Deus criou as grandes baleias". A palavra hebraica para baleias é tanniym, que significa «monstro». Esta palavra surge mais de 20 vezes em toda a Bíblia.

O LEVIATÃ

Outra passagem relativa a dinossauros é Isaías 27:1. Este tipo de dragão marinho é chamado Leviatã (veja Salmo 74:14; 104:26), e está descrito pelo próprio Deus em Jó 41:1-34.
"Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o Leviatã, a serpente veloz, e o Leviatã, a serpente tortuosa, e matará o dragão que está no mar" (Isaías 27:1)
"Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto" (Salmo 74:14)
"Tal é este vasto e espaçoso mar onde se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes. Ali passam os navios; e o leviatã para nele folgar" (Salmo 104:25,26)

Cumpre notar que estas passagens referenciam o Leviatã como sendo um animal que vivia no mar. Algumas traduções da Bíblia têm em rodapé (não no texto original) a referência que o leviatã é o crocodilo. Sucede porém que o crocodilo não se pode comparar ao ser descrito nas passagens referenciadas, nem em Jó 41. A passagem bíblica de Salmo 104:26 chega mesmo a quase comparar o leviatã a um navio (não um pequeno barco!), pois diz: «ali passam os navios; e o leviatã para nele folgar».

O Leviatã é apresentado como um animal temido, saindo chama (entenda-se, calor) da sua boca (v.21), com pele tão espessa (15-17) que nem espada ou pedra o afugenta. Curiosamente, lemos no verso 9 de Jó 41: "eis que a sua esperança falhará" numa clara e evidente referência à sua extinção. Por outro lado, isso significa que o homem conviveu com ele, pois descreve-o de uma forma muito completa.

O BEEMOTE

Também Jó 40:15-24 fala do Beemote, que era um ser herbívoro (v.15). Ele movia a sua cauda, com ossos fortes (v.17) e era impossível de capturar (v.24). Embora algumas versões da Bíblia o apresentem como o hipopótamo, a descrição não é conducente com esse animal, mas com um dinossauro.

OUTRAS REFERÊNCIAS


Mas existem outras passagens que se referem a "dragões" de vários tamanhos, como * Isaías 34:13. * Miquéias 1:8. * Malaquias 1:3. Nestas passagens, a palavra original no hebraico é tanniym, isto é, «monstro». Os dinossauros foram criados por Deus, multiplicaram, encheram a terra e conviveram com o Homem, cumprindo assim a ordem de Deus (Gn.1:22). 

(Por Joel Pereira)

Dinossauros, o que a Bíblia diz? Parte I

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Parte I - Introdução

INTRODUÇÃO

DINOSSAUROS. Desde o ano de 1993 que os dinossauros estão na "moda". Para este fato contribuiu o filme Jurassic Park, de Steven Spielberg. A alusão a uma possível existência de dinossauros tornou lucrativa a indústria cinematográfica, televisiva, brinquedos e jogos sobre estes animais.

Muitos cristãos ainda duvidam se os dinossauros encaixam na Bíblia. A dúvida existe porque nas escolas, nos manuais e em quase todo o lado, a existência dos dinossauros está associada à teoria evolucionista, primeiramente desenvolvida por Charles Darwin (embora este se tenha retratado posteriormente).

Contudo, os cristãos não devem recear falar destes temas. Pelo contrário. A oportunidade é única. Finalmente, o mundo pode saber que os dinossauros existiram, mas que por esse motivo a evolução é uma teoria falsa.

Se as teorias do mundo mudam constantemente, a Palavra de Deus é imutável. A Bíblia não se declara como um livro de estudos científicos, mas Deus garante-nos que na Sua Palavra temos tudo o que precisamos saber sobre a vida e a piedade (2Pe 1:3). Os estudiosos da Bíblia e os que amam a Deus não podem relegar exclusivamente à ciência a discussão sobre a origem da vida. Estas questões, e suas respostas é de natureza teológica. Só Alguém que esteve presente nesses acontecimentos, quando o Universo passou a existir, pode explicar o que aconteceu - e esse Alguém... é DEUS.

NO PRINCÍPIO... " No princípio, criou Deus os céus e a terra". Este verso bíblico explica, entre outras coisas, que sem Deus, nada do que hoje existe, existiria. Não se trata de uma teoria criacionista, mas de um fato. Ele criou o Universo, a Terra e TUDO o que nela há (Ex 20:11). A Bíblia, o único livro totalmente de confiança, será a nossa fonte primordial. Ela é a autoridade máxima, porque ela é a Palavra de Deus escrita.

A DESCOBERTA
Ossos Fossilizados
Foi em 1677 que foi descoberto um grande osso. O seu descobridor foi Robert Plot. O osso foi tido como pertencente a um elefante gigante, Quase 200 anos mais tarde, em 1822, Anne Mantell descobriu em Sussex (Ingalterra) um osso que brilhava ao sol. Levou-o ao seu marido, que era colecionador de fósseis. Era um dente, e o dr. Gideon Mantell concluiu pertencer a um ser já extinto, da família das iguanas.
A origem da "febre"
Somente em 1841, Richard Owen utilizou a palavra dinossauro referida a um réptil gigante. Entretanto, e desde então, já foram descobertos ossos de diferentes tamanhos - desde 2 a 9 metros de comprimento.
A Bíblia Sagrada fala-nos de dinossauros. O livro de Gênesis conta-nos quando e como os dinossauros foram criados. Também nos conta que os dinossauros entraram na arca com Noé e sua família, viveram naquele enorme navio durante um ano, e saíram dele juntamente com os outros animais quando terminou o dilúvio.
Hoje, parece que os dinossauros já se extinguiram. Mas quando se fala destes animais, pensamos sempre que eles eram enormes. Terá sido assim ?


A TEORIA EVOLUCIONISTA
Quando os ossos foram achados, os evolucionistas esfregaram as mãos. Pensavam que estava provada a sua teoria e, porque pensavam que a Bíblia não falava dos dinossauros, consideravam este Livro ultrapassado e sem valor. Começaram a fazer desenhos e reconstruções com materiais artificiais esses desenhos de dinossauros. Depois, inventaram a idade dos mesmos - 65 milhões de anos.
É evidente que os ossos existentes provam que os dinossauros existiram. Os cristãos nunca o negaram. Contudo, esses mesmos ossos não permitem uma reconstrução factual e na íntegra, da forma esquelética da maior parte dos dinossauros. Aliás, mesmo que se pudesse recolher ossos que correspondessem a 40% de um dinossauro, não era possível afirmar qual a sua fisionomia, qual a cor da sua pele, ou de que se alimentava.
Já muitos ouviram falar do Brontossauro com o seu longo pescoço, mas poucos sabem que é uma farsa. Os cientistas descobriram que colocaram o osso da cabeça errada no abdômen do dinossauro errado! É por isso que esse "dino" inventado não surge nas modernas enciclopédias e dicionários. Quase todas as reconstruções são fictícias. Só, as que se baseiam em fósseis são críveis, como sucede com o Archaeornis (ave).

JURASSIC PARK - A idéia sugerida pelo filme Jurassic Park é a existência de um parque atual onde existem dinossauros, os quais se desenvolveram a partir da extração feita por um cientista do DNA de dinossauros existente em ovos ou ossos do chamado "período jurássico" (termo evolucionista). Contudo, tal é impossível. Mesmo nas condições mais favoráveis, o DNA não consegue manter-se mais do que algumas centenas ou mil anos. E para o renascimento laboratorial de um dinossauro, além do DNA perfeito, é necessário um dinossauro-feminino vivo que ceda as cédulas correspondentes - e, claro, da mesma espécie. Onde está ela ?
A palavra neo-testamentária para paraíso é traduzida literalmente do grego como pardec, o que significa parque. O realizador de Holywood, promotor do movimento Nova Era, quer com o seu "Parque Jurássico" reviver os dinossauros, melhor, o "grande Dragão" (Satanás) através de uma farsa evolucionista.


Os dinossauros existiram. Mas existiram juntamente com o homem, não com os "homens-macacos" com os nomes que os evolucionistas lhes chamam. Falam, muitas vezes, dos "homens das cavernas". O que não sabem é que, no futuro, na grande tribulação, "reis da terra, os grandes, os ricos, os poderosos, e todo o escravo e todo o livre" se esconderão nas cavernas e nos penhascos dos montes (Ap. 6:15. Ver Isa. 2:19-22) ! Curiosamente, quem se esconderá nas cavernas serão os evolucionistas e os que terão medo de Deus, face ao julgamento que o Senhor trará um dia ao mundo. Por isso, concluímos que esse filme, e todas as alusões evolucionistas aos dinossauros, não passam de instrumentos que Satanás usa para pôr em causa a criação divina, perfeita e valorosa. 

(por Joel Pereira)

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