Skip to main content

Ricardo Gondim, O Teísmo Aberto, Freud e o Homossexualismo


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtMovzefVNxFTNxSscK9UO3eARR2sCujSyaK_-7kvwC5sMHLyjXm8LAgJ6ZPsLq4XilB-Vl8PZ-JqgCGjkq4DpUb7b55fXJc-gunRj8vN0v_PXabjbCjTQV3eZP0_wBS6qC9p-JQ/s320/homem_surpreso.jpg
IMAGEM
 

Bem, não vamos comentar o que lemos, apenas vamso repassar aos nossos leitores: Ricardo Gondim (RG), um dos mais proeminentes líder evangélico, em entrevista a revista Carta Capital (CC), mostra traços do Teísmo Aberto (Doutrina em que Deus sai de cena para que o homem seja soberano e senhor de sua vida, e portanto deixa de ser o Deus todo Poderoso!), Aderencia a idéia Freudiana de que Deus é uma idéia infantil, e total apoio a união estável homossexual. Leia no recorte abaixo:
 
CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?

RG: Sou a favor. O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.

CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?

RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.

CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.

RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.
Qual sua opinião sobre o que você leu? Comente!

Fonte: Recebida por E-mail
Extraída originalmente de: Simone de Melo - http://simonedemelo.blogspot.com
Fonte Original: Pavablog

Comments

Popular posts from this blog

Auto-Apóstolo Walter Sandro: Os Templário estão de volta!

Imagem Estava com minha filha na sala, quando procurava alguma programação que pelo menos me instruísse, deparei-me com um cidadão que se intitula Apóstolo, falando sem parar, convidando mundos e fundos a comparecer na sua igreja para passarem pelo vale de sal, para que o "mal", saísse de sua vida; A Relação de curas e resoluções que ele propôs é imensa, e muito atrativa: casamento restituído, emagrecimento, cura para depressão, etc, etc... em fim, de nada se diferenciava dos mega-santos, líderes das hiper-igrejas;  Continuei assistindo, quando passou-se a exibir vídeos de pessoas passando pelo dito sal, enquanto as cenas iam se desenrolando, o câmera focalizava a única lágrima que rolava do olho direito do intitulado apóstolo, o qual dava seu testemunho que há dois anos DEUS o havia mandado fazer aquela obra, até aí tudo bem, fé e testemunho são particulares de cada um, não podemos hostilizar o modelo, porém, quando começou a pedir para ligarem para o número que a...

SE TODOS SÃO UM SÓ MEMBRO, ONDE ESTARIA O CORPO?

"Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis  como é digno da vocação com que fostes chamados " (Ef 4:1) Paulo, preso por causa do evangelho, faz um apelo aos crentes de Éfeso para que "andassem" na dignidade da vocação que foram chamados; antes de pormenorizar-mos o significado do que seria esse modo digno de andar (Ef. 4:2-3), vale ressaltar a seriedade do apelo apóstólico , que encontra  sua explicação a partir do verso 7, onde deixa claro que os dons foram dados por Cristo em seu poder e objetivo; Ef. 4: ⁷ Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo.  ⁸ Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens.  ⁹ Ora, isto ele subiu que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?  ¹⁰ Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas . Não menos importante que o porque, é o como deve ser esse 'andar digno" ; aqui encontramos...

A VERDADEIRA PÁSCOA NÃO É O QUE VOCÊ PENSA.

Não tem haver com prosperidade  Não tem nada de chocolate  Não tem haver com Coelho Não começou em Jerusalém  A passagem é da morte O sinal de é o sangue O inocente é um cordeiro O lugar foi o Egito Não tem haver com Paixão  Não se trata de uma vítima  Não se faz alusão ao fim O Símbolo é o Livramento  O personagem é o Todo Poderoso O tema é esperança. Esqueça o chocolate, os coelhos e o apelo comercial. A origem de tudo não foi em Jerusalém, mas no solo árido do Egito. ✨ A passagem é da morte para a vida. ✨ O sinal é o sangue nos umbrais. ✨ O inocente é o cordeiro. Não se trata de uma vítima ou de um fim, mas do Livramento. É sobre o agir do Todo-Poderoso transformando escravidão em liberdade. O tema não é luto, é ESPERANÇA. É o início de uma nova história. Esse texto é uma belíssima síntese da Páscoa Judaica (Pessach), focando na sua origem bíblica original antes de ser ressignificada pelas tradições modernas ou cristãs. Há um contraste nítido...