Por: João B. Gregório Júnior
Vivemos dias de inversão. O que antes era virtude, hoje é rotulado como opressão; o que era dever sagrado, hoje é chamado de "construção social". Como cristãos, precisamos olhar para além das manchetes da grande mídia e entender o que está em jogo: o esfacelamento da imagem de Deus no homem e na mulher.
O Homem Afastado do seu Papel Espiritual
Quando a sociedade trabalha para afastar o homem de seu papel como líder espiritual e provedor moral, o resultado não é a "libertação" feminina, mas o caos social. O homem que não reconhece sua responsabilidade diante do Criador torna-se, inevitavelmente, um homem covarde.
A Bíblia nos chama ao sacrifício, não à tirania. O homem que agride, que desrespeita ou que se omite, abandonou o Altar. Sem o norte espiritual, o masculino se perde entre a agressividade tóxica e a apatia paralisante. Um homem sem propósito é um perigo para si e para os que o cercam.
O Estelionato Psicológico contra a Mulher
Do outro lado, vemos nossas mulheres sendo bombardeadas por um modismo midiático que vende a misandria (o desprezo pelo homem) como se fosse um troféu de liberdade. Mas qual o preço disso?
* Exaustão emocional: A promessa de que "ela não precisa de ninguém" ignora a necessidade bíblica de mutualidade.
* Vazio de Comunhão: Ao serem ensinadas a ver o marido, o pai ou o filho como inimigos biológicos, as mulheres são empurradas para um deserto afetivo.
* Ansiedade Crônica: O peso de sustentar uma armadura de autossuficiência absoluta gera feridas que a ideologia não pode curar.
Misoginia e Misandria: Duas Faces da Mesma Moeda Maligna
Tão maligna quanto a misoginia é a misandria. Ambas nascem do mesmo solo: o ódio. Se condenamos o homem que despreza a mulher, devemos, com a mesma firmeza, condenar a cultura que ensina a mulher a desprezar o homem. O "falso testemunho" não pode ser tolerado sob o pretexto de reparação histórica. A justiça de Deus não olha para a "genitália" para decidir quem fala a verdade; Ele olha para o coração e para os fatos.
Conclusão
Abaixo os misóginos, mas abaixo também as misândricas! O Reino de Deus não sobrevive de separatismos, mas de arrependimento e respeito mútuo. Precisamos resgatar o homem para o seu posto de sentinela da alma e a mulher para a plenitude de sua identidade, livre dos modismos que escravizam a mente enquanto prometem libertar o corpo.
Onde há ódio, não há o Espírito de Deus.
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